Isto porque o profissional não está aguardando ordens neste período. Segundo o julgador, o caso é diferente dos ferroviários que, obedecendo a escalas de serviço, aguardam em suas próprias casas ou nas dependências da estrada as determinações do empregador. No caso do motorista, isso não ocorre, já que ele está dormindo. Isso impede também que vigie a carga. “A vigília é incompatível com o sono”, destacou
MERCADO – Volks mantém oferta por ações da Scania
CAMINHONEIROS PROTESTAM CONTRA A COBRANÇA DE PEDÁGIO PARA ENTRAR NO CEAGESP
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INFRAESTRUTURA – EVENTO REÚNE SEIS UNIVERSIDADES DE SÃO PAULO PARA DEBATER MOBILIDADE URBANA
São esperados estudantes e profissionais de arquitetura de diversas cidades do Brasil e também de outros países para participar das conferências e oficinas. “Nosso objetivo é de que essa mistura de experiências estimule os participantes a refletirem sobre alternativas para um ambiente urbano mais inclusivo e conectado com temas atuais da sociedade.



