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	<title>Truck Shopping Notícias do Mundo dos Caminhões</title>
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	<description>Noticias sobre Veículos e  mercado de transporte rodoviario</description>
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		<title>Truck Shopping Notícias do Mundo dos Caminhões</title>
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		<title>LEGISLAÇÃO &amp; TRANSPORTES &#8211; Contran prorroga prazo para fiscalizar excesso de peso</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 20:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estradas e Trânsito]]></category>
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		<description><![CDATA[O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) prorrogou para 31 de maio deste ano o prazo da tolerância máxima de 7,5% do peso 
Mesmo assim, o setor de transporte de cargas aguarda uma nova posição sobre o tema e reivindica um novo valor de tolerância]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>17/01/2012<br />
Fonte: Assessoria jurídica / Setcar e ABTC</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="http://setcar.com.br/upload/16-01-12%20-%20www-pedreirarolim-com-br_1.jpg" alt="" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Contran prorroga prazo para fiscalizar excesso de peso</strong></p>
<p>O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) prorrogou para 31 de maio deste ano o prazo da tolerância máxima de 7,5% do peso – acima do limite de peso bruto – que pode ser transportado por cada eixo de veículo nas estradas do País.<br />
Mesmo assim, o setor de transporte de cargas aguarda uma nova posição sobre o tema e reivindica um novo valor de tolerância – considerado mais viável – de até 11%. Neuto Gonçalves dos Reis, diretor da área técnica da NTC&amp;Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística), “a distribuição da carga de maneira uniforme por todo o veículo é impraticável por causa de uma série de problemas”.</p>
<p>Segundo ele, esses fatores justificam a reivindicação de que o Contran não deve confiar apenas na exatidão das balanças para fazer a fiscalização. Entre as dificuldades, está a existência de irregularidades e desnivelamentos na entrada e saída do local de pesagem, a diminuição da precisão das balanças ao longo do tempo (a lei exige que elas sejam reguladas apenas uma vez por ano), a variação do peso dos veículos à medida que o tanque de combustível é utilizado e a influência da pressão atmosférica, da temperatura e da umidade do vento.</p>
<p>Outro item que dificulta a distribuição exata por eixo, de acordo com o diretor, “são as cargas que se deslocam durante a viagem, indo de um eixo para outro”. Alguns exemplos são as cargas a granel (soja, milho, trigo e outros grãos), de madeira e de cana-de-açúcar. Além disso, para Reis, o remanejamento dos produtos dentro do caminhão, à medida que são descarregados, não é uma tarefa simples.</p>
<p>Em relação à tolerância de 5% para o peso bruto total do veículo – exigência prevista na Resolução 258 –, ele revela que não há impasse com o Contran. “Os transportadores já absorveram essa ideia de não trafegar com excesso de cargas. O problema refere-se aos eixos, porque o Brasil não tem a cultura de pesá-los separadamente”, afirma Reis. Por isso, garante que o setor vai batalhar para uma média de 9% por eixo.</p>
<p>Crédito: www.pedreirarolim.com.br</p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="line-height: normal;"><br />
</span></span></p>
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		<title>Mercado &amp; Economia &#8211;  A falta de visão de futuro do Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 20:24:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado & Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[No caso do Brasil, o desabrochar do mercado interno criou as primeiras condições para o salto da indústria. Mas o câmbio está matando o deslanche. Cada vez mais, o crescimento do mercado interno está sendo apropriado pela manufatura chinesa;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>17/01/2012</p>
<p><small><em>Fonte :<br />
Publicado originalmente no site : Carta Capital<br />
por Luis Nassif, da Carta Capital</em></small></p>
<div>
<div id="attachment_39429"><a href="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/cana.jpg?9d7bd4"><img title="cana" src="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/cana-300x211.jpg?9d7bd4" alt="cana 300x211 A falta de visão de futuro do Brasil" width="300" height="211" /></a>Cada vez mais o Brasil se firma como mero fornecedor de matéria prima. Foto: Unica/Divulgação</p>
</div>
<p>Alguns analistas julgam que se superestima o papel do câmbio na economia de um país.</p>
<p>Algum tempo atrás, um deles escreveu um livro sobre o milagre britânico do século 18, que acabou transformando o país em uma potência imperial. Destacou aspectos ligados à legislação, à inventividade do inglês, aos investimentos em ensino, que permitiram ao país comandar a primeira revolução industrial.</p>
<p>Todos esses aspectos são importantes para o desenvolvimento do país.</p>
<p>Mas a chama que incendiou o imaginário do país abriu espaço para o florescimento de manufaturas sem fim e, depois, criou o clima adequado para as demais reformas foi o câmbio desvalorizado, barateando os produtos ingleses em relação aos concorrentes.</p>
<p>Depois, uma estratégia comercial que consistia em comprar matéria prima dos países emergentes e vender produtos acabados.</p>
<p>É uma forma de apoio à greve geral contra a alta dos preços dos combustíveis. A Nigéria é o maior produtor de petróleo da África</p>
<p>Em seu histórico “A era das revoluções”, o historiador inglês Eric Hobsbawn anota que “qualquer que tenha sido a razão do avanço britânico, ele não se deveu à superioridade científica e tecnológica”.</p>
<p>A França era superior na matemática e na física, enquanto na Inglaterra eram vistas como ciências suspeitas. Os franceses desenvolveram inventos mais originais, como o tear de Jacquard, em 1804, e tinham melhores navios. As escolas inglesas eram uma piada e as duas únicas universidades inglesas intelectualmente nulas, compensadas apenas pelas escolas do interior e pelas universidades da Escócia calvinista. Por temor social, não era encorajada a educação dos mais pobres e a alfabetização em massa só ocorreria em princípio do século 19, com a revolução industrial já em curso – pressionando por mão de obra mais especializada.</p>
<p>As invenções técnicas, que comandaram a revolução industrial, eram bastante modestas: a lançadeira, o tear e a fiadeira automática, ao alcance dos carpinteiros, moleiros e serralheiros.</p>
<p>A grande invenção inglesa do século 18, a máquina a vapor rotativa de James Watt (de 1784) só ganhou estabilidade e utilização ampla a partir de 1820. Com exceção da indústria química, as demais inovações industriais – na expressão de Hobsbawn – “se fizeram por si” – isto é, foram desenvolvidas no dia a dia, sem grandes investimentos tecnológicos.</p>
<p>Um dos grandes avanços britânicos foi no campo, eliminando o antigo sistema de propriedades herdades por empresários com espírito comercial, que passaram a articular cadeias produtivas – arrendando terras para camponeses sem terra ou pequenos agricultores e direcionando as atividades agrícolas para o mercado. E as manufaturas tinham se espalhado pelo interior não dominado pelo feudalismo.</p>
<p>Com isso, a agricultura cumpriu suas três funções em uma era de industrialização acelerada: aumentar a produção e a produtividade para alimentar uma população cada vez menos agrícola; fornecer mão de obra para as novas atividades industriais, através do êxodo rural; e garantir capital que foi aplicado em setores mais modernos da economia.</p>
<p>Paralelamente, o país investia na construção de uma frotra mercante e de estradas e infraestrutura adequada.</p>
<p>Até então a atividade empresarial mais lucrativa era do comerciante, comprando mais barato e vendendo mais caro. A revolução industrial muda esse paradigma e passa a deixar a melhor parte do bolo para o industrial.</p>
<p><strong>Mercado mundial</strong></p>
<p>Política cambial, acordos comerciais, domínio dos mares, abriram um mercado sem precedentes para seus industriais. Através de inovações simples e baratas, os industriais conseguiam taxas de retorno extraordinárias. No início, lã para abastecer o mundo. Quando o algodão substituiu a lã, compra de algodão dos países emergentes – basicamente Estados Unidos e América do Sul – e venda de tecidos para eles.</p>
<p><strong>América Latina como comprador</strong></p>
<p>Entre 1750 e 1760, as exportações inglesas de tecidos de algodão aumentaram dez vezes, sempre com apoio agressivo do governo nacional. E aí, toca enfiar produtos na América Latina – como a China está fazendo hoje em dia. Por volta de 1840, o continente consumia quase metade do consumo europeu de tecidos de algodão ingleses. Indústrias eram criadas e, da noite para o dia, tornavam-se gigantes.</p>
<p><strong>Puxando o resto</strong></p>
<p>Com o mercado internacional à disposição, a indústria do algodão lubrificoiu todos os demais setores relevantes da Inglaterra, máquinas, inovações químicas, setor elétrico, frota mercante etc. Ou seja, primeiro criou-se o mercado, depois o mercado abriu um mundo inédito de possibilidades para os empreendedores que, com pouco capital e pouca inovação, tinham condições de saltos expressivos. Não é muito diferente do que ocorre na China.</p>
<p><strong>Salto chinês</strong></p>
<p>Tempos atrás viajei com um importador brasileiro de lâmpadas led. Ele importava de um pequeno fabricante chinês, que adquiria os insumos da Alemanha, processava e vendia mais barato. Depois, o industrial resolveu comprar máquinas para fabricar ele próprio os insumos. Em dois anos, tinha 35 mil m2 de instalações. Guardadas as proporções de época, apenas repetia o fenômeno da Inglaterra do século 18.</p>
<p><strong>Brasil na contramão</strong></p>
<p>No caso do Brasil, o desabrochar do mercado interno criou as primeiras condições para o salto da indústria. Mas o câmbio está matando o deslanche. Cada vez mais, o crescimento do mercado interno está sendo apropriado pela manufatura chinesa; e cada vez mais o Brasil se firma como mero fornecedor de matéria prima. Chega uma hora que nem o mercado interno garantirá mais o crescimento da economia.</p>
<p><strong>Falta de visão</strong></p>
<p>Essa falta de visão sobre o salto futuro é disseminada no país. No governo federal, lançam-se planos ditos de desenvolvimento sem concatenação com a política macroeconômica. No Estadão de ontem, José Serra criticou o governo federal. Mas, em plena crise de 2008, aumentou os impostos paulistas, recusou-se a receber industriais e não desenvolveu um programa sequer de inovação para o Estado.</p>
<p><em>* Publicado originalmente no site: Carta Capital </em></p>
</div>
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		<title>INSPEÇÃO VEICULAR SP &#8211; Isenção da Inspeção Veicular para veículos utilizados fora do Município de São Paulo</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 13:29:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estradas e Trânsito]]></category>
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		<description><![CDATA[Inspeção veicular  em são paulo isenta veiculos  que  trabalham fóra do  municipio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">05/01/12<br />
Fonte: Setcesp</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi publicada no Diário Oficial do Município de São Paulo, a Portaria n.º 135/11 da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, na data de 27 de dezembro de 2011, que trata a isenção da inspeção veicular para os veículos licenciados no Município, mas que seja utilizado exclusivamente em outro município.</p>
<p>O proprietário ou arrendatário mercantil de veículo que se enquadre nesta situação poderá ingressar com requerimento, devidamente fundamentado, junto à Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, sujeito à deliberação do Diretor do Departamento de Controle da Qualidade Ambiental – DECONT, a fim de autorizá-lo a não realizar inspeção veicular ambiental no ano de exercício de 2012.</p>
<p>Os veículos licenciados no município de São Paulo, mas utilizados na região Metropolitana de São Paulo, conforme Lei Complementar n°1.139/2011, continuam sujeitos à inspeção veicular ambiental.</p>
<p>O requerimento deverá ser autuado como processo administrativo em até 60 dias antes da data limite do licenciamento,contendo cópias dos seguintes documentos:</p>
<p>I – Quando se tratar de proprietário <strong>pessoa jurídica:<br />
</strong><strong>a)</strong> Requerimento devidamente preenchido e assinado com firma reconhecida (retirado junto à SVMA).<br />
<strong>b)</strong> Cópia simples do Ato de Constituição atualizado, contendo suas filiais;<br />
<strong>c)</strong><strong> </strong>Cópia simples do Certificado de Registro e Licenciamento do veículo que pretenda a isenção em nome do requerente;<br />
<strong>d)</strong> Comprovação de que o veículo circula fora da Região Metropolitana de São Paulo por meio da apresentação de cópia simples apólice do seguro, cópia simples do contrato de locação do veiculo ou cópia do Contrato de Prestação de Serviço do veículo ou outro comprovante de vínculo com o município onde o veículo circula;<br />
<strong>e)</strong> Documento que comprove a qualidade do subscritor do requerimento como representante da pessoa jurídica acompanhado de cópia de cédula de identidade, quando for o caso;<br />
<strong>f)</strong><strong> </strong>As procurações apresentadas deverão ter firma reconhecida.<br />
<strong>g)</strong> Os pedidos referentes à isenção de frota superior a 10 veículos deverão vir acompanhados de CD contendo o arquivo digital editável, com planilha dos veículos, conforme modelo disposto no requerimento, <strong>sendo que para cada final de placa deverá ser autuado um processo administrativo.</strong></p>
<p>A análise da solicitação de isenção se dará mediante o recolhimento dos preços públicos de autuação do processo administrativo e de análise do pedido de isenção da inspeção veicular ambiental.</p>
<p>Concedida, a autorização terá validade apenas para o licenciamento referente ao ano em exercício que foi requerida.</p>
<p>Maiores informações ou o esclarecimento de dúvidas poderá ser obtido junto à Consultoria Jurídica do SETCESP pelo telefone (11) 2632-1042 ou <a href="mailto:juridico@setcesp.org.br" target="_blank">juridico@setcesp.org.br</a>.</p>
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		<title>LEGISLAÇÃO &#8211; Projeto amplia exigências para quem vai dirigir carros de 300 ou mais cavalos</title>
		<link>http://truckshopping.com.br/novidades/2011/12/30/legislacao-projeto-amplia-exigencias-para-quem-vai-dirigir-carros-de-300-ou-mais-cavalos/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 12:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estradas e Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[acidente de transito]]></category>
		<category><![CDATA[alcool e direção]]></category>
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		<description><![CDATA[Veículos com 300 ou mais cavalos são, para um motorista ousado e entusiasmado, inclusive os que dirigem sob a influência do álcool, um convite ao teste de suas capacidades e ao excesso de velocidad]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>29/12/2011<br />
Fonte : Agência Câmara de Noticias<br />
Reportagem – Carolina Pompeu<br />
Edição – Wilson Silveira</p>
<div id="tituloNoticia">
<h2></h2>
</div>
<div id="conteudoNoticia">
<div id="fotoNoticia">
<div>Arquivo/ Saulo Cruz</div>
<div><img src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/2011120592115_Paulo%20Foletto%200112MED.jpg" alt="Paulo Foletto" border="0" /></div>
<div>Foletto: convite ao excesso de velocidade.</div>
</div>
<p>A Câmara analisa o Projeto de Lei 2332/11, que prevê a carteira de habilitação do tipo C (exigida para condutores de veículos de carga) para que uma pessoa possa dirigir veículos com potência acima de 300 cavalos. Essa potência é restrita, em geral, a carros de luxo, como o Chevrolet Camaro e alguns modelos de Porshe e Ferrari.</p>
<p>“Veículos com 300 ou mais cavalos são, para um motorista ousado e entusiasmado, inclusive os que dirigem sob a influência do álcool, um convite ao teste de suas capacidades e ao excesso de velocidade, com consequente descontrole do condutor no trânsito e acréscimo das possibilidades de ocorrências de acidentes fatais”, afirma o autor do projeto, deputado Paulo Foletto (PSB-ES). Um carro de motor 1.0 possui por volta de 65 a 75 cavalos de potência.</p>
<p><strong>Exigências</strong><br />
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), os interessados em tirar carteira do tipo C, para direção de veículos de carga com peso maior que 3,5 toneladas, deverão estar habilitados há pelo menos um ano na categoria B e não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias, durante os 12 meses anteriores.</p>
<p><strong>Tramitação</strong><br />
A proposta, que tramita de forma conclusiva, será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
</div>
<div>
<div id="creditosMateria">Reportagem – Carolina Pompeu<br />
Edição – Wilson Silveira</p>
<div>
A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura &#8216;<a title="Agência Câmara de Notíticas" href="http://www2.camara.gov.br/agencia">Agência Câmara de Notícias</a>&#8216;</p>
</div>
</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Restrição à Caminhões &#8211; Presidente do SETCESP encontra superintendente do DNIT</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 16:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estradas e Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[DNIT]]></category>
		<category><![CDATA[francisco pelucio]]></category>
		<category><![CDATA[restrição à caminhões em são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[restrição em são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[ricardo madalena]]></category>

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		<description><![CDATA[ “É lamentável esta atitude de desrespeito com uma classe trabalhadora que são os caminhoneiros, que não medem esforços para atender toda a demanda dos moradores da capital,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<pre>Data.: 23/12/2011
Fonte.: Santa Cruz News</pre>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esteve em audiência com o Engº Ricardo Madalena, nesta sexta-feira na Superintendência do DNIT do Estado de São Paulo, o Presidente da SETCESP , o santacruzense Francisco Pelúcio, onde dentre um dos assuntos tratados e de muita importância para a cidade de São Paulo, foram as restrições de caminhões nas principais avenidas e marginais da cidade, nos horários entre 04h e 10h e 16h e 22h.</p>
<p>O Presidente SETCESP, Sr. Frascisco Pelucio, comentou: “É lamentável esta atitude de desrespeito com uma classe trabalhadora que são os caminhoneiros, que não medem esforços para atender toda a demanda dos moradores da capital, sendo que, com esta restrição é impossível atender a demanda da cidade de São Paulo, vamos até as últimas instâncias para derrubá-las”.</p>
<p>O Superintendente do DNIT, Engº Ricardo Madalena, também falou sobre a visita: “Fico muito feliz com a visita do meu amigo Francisco Pelucio e realmente seu pleito com relação aos caminhoneiros é legítimo, pois esta medida teria que ter um planejamento, pois dependemos do abastecimento dos caminhões na capital (posto de gasolina, farmácia, supermercado, etc). Espero que o Prefeito Kassab reveja estas medidas tomadas&#8221;.</p>
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		</item>
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		<title>Estradas &#8211; Câmara dos Deputados aprova liberação de pedágio após cinco minutos de espera</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 16:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
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		<category><![CDATA[pedagio de graça deppis de 5 minutos]]></category>
		<category><![CDATA[pedagios]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualmente, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) determina que o usuário fique liberado do pedágio se as filas superarem 300 metros, ou a espera no atendimento for superior a dez minutos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>15/12/2011<br />
Fonte: Agência Câmara de Noticias<br />
Reportagem &#8211; Maria Neves<br />
Edição – Daniella Cronemberger</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong><em>Rodolfo Stuckert</em></p>
<p><em><a href="http://truckshopping.com.br/novidades/wp-content/uploads/2011/12/milton-monti.jpg" rel="lightbox[1263]"><img class="alignleft size-full wp-image-1265" title="milton monti" src="http://truckshopping.com.br/novidades/wp-content/uploads/2011/12/milton-monti.jpg" alt="" width="183" height="120" /></a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Monti, regra mais severa pode incentivar empresas a modernizar sistema de cobrança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://truckshopping.com.br/novidades/wp-content/uploads/2011/12/pedagio.jpg" rel="lightbox[1263]"><img class="alignleft size-full wp-image-1264" title="pedagio" src="http://truckshopping.com.br/novidades/wp-content/uploads/2011/12/pedagio.jpg" alt="" width="228" height="221" /></a></p>
<p>A Comissão de Viação e Transportes aprovou na quarta-feira (14) proposta que obriga as concessionárias de rodovia federal a suspender a cobrança de pedágio sempre que a fila de espera exceder 100 metros ou o tempo de cinco minutos. Empresas que descumprirem a lei ficarão sujeitas à multa de R$ 1,5 milhão.</p>
<p>Atualmente, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) determina que o usuário fique liberado do pedágio se as filas superarem 300 metros, ou a espera no atendimento for superior a dez minutos.</p>
<p>Foi aprovado substitutivo do relator, deputado Milton Monti (PR-SP), ao Projeto de Lei<a href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/TRANSPORTE-E-TRANSITO/205330-PROJETO-LIBERA-PAGAMENTO-DE-PEDAGIO-EM-CASO-DE-LENTIDAO-NA-COBRANCA.html" target="_blank"><strong>1561/11</strong></a>, do deputado Félix Mendonça Júnior (PDT-BA). O relator propôs apenas mudanças de redação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A adoção de parâmetros mais severos tem a vantagem de incentivar as empresas concessionárias de rodovias a modernizar e ampliar seus sistemas de cobrança de pedágio, que se mostram incapazes de responder a demandas sazonais”, afirma Milton Monti.</p>
<p>Pelo texto, as empresas deverão sinalizar o local do fim da fila para cobrança de pedágio. Serão obrigadas ainda a colocar placa de orientação dos usuários, com a seguinte frase: “Limite de espera: 100 metros ou cinco minutos”, seguida do número da lei.</p>
<p><strong>Tramitação</strong><br />
O projeto ainda será analisado, de forma conclusiva, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p><strong>Íntegra da proposta: </strong><strong><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=508494" target="_blank">PL-1561/2011</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Estradas &#8211; Obras vão bloquear a ligação BR-116/RS-118 neste sábado dia 17/12</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 18:41:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estradas e Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[br 116]]></category>
		<category><![CDATA[freway]]></category>
		<category><![CDATA[rs 118.]]></category>

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		<description><![CDATA[A Concepa inicia nesta sexta-feira na freeway, a BR-290, a Operação Verão 2011/2012. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>16/12/2011<br />
Fonte: Jornal do Comércio – RS</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A partir das 6h30min deste sábado, tem início a operação de lançamento das vigas sobre o viaduto do entroncamento da RS-118 com a BR-116, em Sapucaia do Sul. A ação integra os trabalhos de construção da BR-448, a Rodovia do Parque.</p>
<p>A expectativa do consórcio construtor do lote 1 (Sultepa/Toniolo Busnello), é de que os trabalhos se estendam até domingo. Serão instaladas seis vigas pré-moldadas com 41 metros de extensão e 130 toneladas cada uma.</p>
<p>Em caso de chuva e/ou vento forte o serviço será adiado.</p>
<p>No sábado, os motoristas que vêm pela RS-118 para acessar a BR-116 no sentido Interior-Capital devem ficar atentos à sinalização, pois haverá um desvio pela rua Lansul. O bloqueio da alça do viaduto será de aproximadamente três horas &#8211; das 6h30min às 9h30min. Conforme o consórcio construtor, esta será a única interrupção no fluxo de veículos.</p>
<p>O tráfego na BR-116 fluirá normalmente. Isso se deve ao tipo de equipamento utilizado para a colocação das vigas. Ao término da instalação, a obra de arte especial estará 90% executada. Em seguida, será feita a instalação das lajes pré-moldadas para dar forma ao tabuleiro da pista em cima do viaduto. A expectativa é de que toda a estrutura esteja concluída em fevereiro de 2012 para que seja dada continuidade aos demais trabalhos da interseção.</p>
<p>Conforme o consócio gerenciador dos trabalhos na BR-448, as obras no lote 1 (do entroncamento da BR-116 com a RS-118, em Sapucaia do Sul, até próximo ao entroncamento com a BR-386, em Canoas) estão 43% concluídas. As do lote 2 (interseção da BR-386, em Canoas, até a empresa Bianchini) estão 47,5% acabadas. Já o lote 3 (da empresa Bianchini, em Canoas, até a BR-290) está com 40% dos trabalhos já completos. A previsão de término da rodovia é até o final do primeiro semestre de 2013.</p>
<p>Operação na freeway começa nesta sexta-feira</p>
<p>A Concepa inicia nesta sexta-feira na freeway, a BR-290, a Operação Verão 2011/2012. Realizada em parceria com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a ação se estende até o dia 27 de fevereiro e mobilizará mais de 330 colaboradores da concessionária com atuação nas praças de pedágio e nos serviços de atendimento emergencial médico e mecânico da rodovia.<br />
No total, serão 34 viaturas ao longo da rodovia, entre ambulâncias, guinchos, resgates e veículos de inspeção e apoio, para prestar suporte aos usuários.</p>
<p>Neste ano, a freeway terá uma novidade: duas pistas de 16,25 metros cada, com o aumento das áreas de cada faixa de tráfego e faixa de segurança do lado esquerdo da rodovia. Antes das obras, cada pista possuía 12 metros de largura.</p>
<p>Para o feriado de Natal, são esperados 70 mil veículos na rodovia entre os dias 24 e 25 de dezembro no sentido Porto Alegre/Litoral. Outros 130 mil veículos devem trafegar pela estrada entre os dias 30 e 31 para as comemorações de Ano-Novo.</p>
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		<title>FISCALIZAÇÃO &#8211; Projeto que proíbe radar escondido é aprovado no Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 18:38:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[multa de radar]]></category>
		<category><![CDATA[na estrada]]></category>
		<category><![CDATA[radar]]></category>
		<category><![CDATA[radar escondido]]></category>

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		<description><![CDATA[segue agora para análise do governador Geraldo Alckmin (PSDB), que tem 45 dias para sancioná-la ou vetá-la.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong></p>
<pre>16/12/2011
Fonte.: Folha de S. Paulo</pre>
<p><a href="http://truckshopping.com.br/novidades/wp-content/uploads/2011/12/radar-escondido.jpg" rel="lightbox[1256]"><img class="alignleft size-full wp-image-1257" title="radar escondido" src="http://truckshopping.com.br/novidades/wp-content/uploads/2011/12/radar-escondido.jpg" alt="" width="275" height="184" /></a></p>
<p>A Assembleia Legislativa aprovou na noite de anteontem um projeto de lei que proíbe a instalação de radares fixos e móveis em locais escondidos dos motoristas. A medida vale para todas as rodovias do Estado.</p>
<p>A proposta, de autoria do deputado Roque Barbiere (PTB), segue agora para análise do governador Geraldo Alckmin (PSDB), que tem 45 dias para sancioná-la ou vetá-la.</p>
<p>O projeto determina ainda que, caso seja preciso instalar o aparelho em local fora do campo de visão dos motoristas, é obrigatório sinalizá-lo com três placas &#8211; a 200 m, a 100 m e ao lado do radar.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Profissão &#8220;Motorista&#8221; &#8211; Plenário aprova regulamentação da profissão</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 16:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[motorista dirigie por até 4 horas]]></category>
		<category><![CDATA[motorista profissional]]></category>
		<category><![CDATA[senado regulamenta a profissão de motorista]]></category>

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		<description><![CDATA[O texto, que agora volta à Câmara dos Deputados  proíbe os motoristas profissionais de dirigirem por mais de 4 horas ininterruptas, devendo ser observado, após esse período de trabalho, um intervalo mínimo de 30 minutos para descanso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>13/12/2011<br />
Fonte : Agência Senado / Laércio Franzon</p>
<p><img src="http://www.senado.gov.br/noticias/inc/multimidia/verImagem.aspx?codImagem=405236" alt="[Foto]" /></p>
<p>Os senadores aprovaram, nesta terça-feira (13), o substitutivo ao Projeto de Lei da Câmara (PLC) <a href="http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=94546" target="_blank"><strong>319/2009</strong></a>, do ex-deputado federal Tarcísio Zimmermann, que regulamenta a profissão de motorista. O texto acatado é fruto de acordo firmado entre a Confederação Nacional do Transporte (CNT) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Transporte Terrestre (CNTTT).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das principais inovações contidas na proposta é a fixação da jornada de trabalho da categoria. Por meio do acréscimo do capítulo III-A no Código de Trânsito Brasileiro, o texto proíbe os motoristas profissionais de dirigirem por mais de quatro horas ininterruptas, devendo ser observado, após esse período de trabalho, um intervalo mínimo de 30 minutos para descanso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em situações excepcionais, contudo, fica permitida a prorrogação por até 1 hora do tempo de direção, de modo a permitir ao condutor, o veículo e sua carga chegar a lugar que ofereça segurança e atendimentos demandados. Além disso, os condutores serão obrigados, dentro de um período de 24 horas, a observar um intervalo mínimo de 11 horas de descanso, podendo esse tempo ser fracionado em nove horas mais duas horas, no mesmo dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O texto, que agora volta à Câmara dos Deputados, imputa aos empregadores, sem ônus para os motoristas, as despesas com cursos exigidos pela legislação e com um seguro obrigatório. O valor mínimo de tal seguro deverá ser correspondente a dez vezes o piso salarial de sua categoria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com relação ao projeto original, a redação aprovada no Senado suprimiu dispositivos que instituíam um adicional de &#8220;penosidade&#8221; e o direito à aposentadoria especial após 25 anos de exercício da profissão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Respondendo a questionamento do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) sobre essas alterações, o relator, senador Paulo Paim (PT-RS), explicou que tais benefícios deverão ser incluídos em projeto de lei de sua autoria que cria o Estatuto do Motorista (<a href="http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=86442" target="_blank"><strong>PLS 271/2008</strong></a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante a discussão da matéria, vários senadores destacaram sua importância para aumentar o nível de segurança nas rodovias brasileiras. O senador Blairo Maggi (PR-MT) considerou que as mudanças aprovadas pela Casa deverão contribuir para a redução de acidentes nas estradas.</p>
<p>- Eu acho que os nossos motoristas precisam ter o seu tempo de descanso, porque o mesmo motorista que algum patrão exige que trabalhe um pouco a mais poderá ser aquele que vai bater em um carro pilotado por nosso filho e nos matar à frente &#8211; disse.</p>
<p>No mesmo sentido, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) observou que não são apenas os motoristas que se sujeitam a risco de vida em seu trabalho &#8211; sobretudo por excesso em sua jornada -, mas também as pessoas que trafegam junto com eles nas rodovias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) afirmou que o projeto se reveste do mais alto interesse público por dar maior segurança e maior qualidade ao trabalho dos motoristas, que são obrigados a enfrentar condições de trabalho extremamente adversas nas estradas brasileiras em péssimas condições.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Defenderam ainda a aprovação do projeto os senadores Demóstenes Torres (DEM-GO), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Ricardo Ferraço (PMDB-ES), Walter Pinheiro (PT-BA), Sérgio Petecão (PMN-AC), Ivo Cassol (PP-RO), Inácio Arruda (PCdoB-CE), Eunício Oliveira (PMDB-CE), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Wellington Dias (PT-PI), Lúcia Vânia (PSDB-GO), Acir Gurgacz (PDT-RO), Jayme Campos (DEM-MT), Casildo Maldaner (PMDB-SC) e Romero Jucá (PMDB-RR).</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>RESTRIÇÕES &#8211; Começam restrições na Marginal Tietê. Transportadores protestam</title>
		<link>http://truckshopping.com.br/novidades/2011/12/13/restricoes-comecam-restricoes-na-marginal-tiete-transportadores-protestam/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 20:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estradas e Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[caminhão]]></category>
		<category><![CDATA[kassab]]></category>
		<category><![CDATA[proibido de trafegar]]></category>
		<category><![CDATA[Setcesp]]></category>
		<category><![CDATA[transportadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Kassab não recebeu os transportadores e o grupo se dirigiu à Câmara Municipal, onde foi recebido pelo presidente da casa, o vereador José Police Neto. Na prática, o chefe do legislativo municipal se comprometeu a falar com o prefeito e também convi]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Data.: 12/12/2011<br />
Fonte.:  SETCESP</p>
<p><a href="http://truckshopping.com.br/novidades/wp-content/uploads/2011/12/Se-ta-na-mão-veio-de-caminhão.jpg" rel="lightbox[1238]"><img class="alignleft size-medium wp-image-1239" title="Se ta na mão veio de caminhão" src="http://truckshopping.com.br/novidades/wp-content/uploads/2011/12/Se-ta-na-mão-veio-de-caminhão-300x210.jpg" alt="" width="300" height="210" /></a></p>
<p>O cenário das restrições aos caminhões na cidade de São Paulo está ficando cada vez mais adverso à atividade de transporte de cargas na maior metrópole do País.</p>
<p>A Prefeitura de São Paulo acaba de publicar a Portaria nº 143/11, da Secretaria Municipal de Transportes, com as regras para a circulação de caminhões em vias importantes, como a Marginal Tietê e avenidas como a Ermano Marchetti, Juntas Provisórias, Marquês de São Vicente, entre outras (veja a lista completa dos trechos restritos no final desta matéria.</p>
<p>O SETCESP, ciente do efeito nocivo desta medida às operações das transportadoras na cidade, está mobilizado para agir contra as novas restrições e capitaneou, na sexta-feira passada, um ato contra as proibições. Mais de 150 empresários e transportadores autônomos, além de lideranças do setor e representantes dos trabalhadores do transporte de cargas se reuniram em frente à Prefeitura pela manhã para pressionar o prefeito Gilberto Kassab a ouvir o setor.</p>
<p>Kassab não recebeu os transportadores e o grupo se dirigiu à Câmara Municipal, onde foi recebido pelo presidente da casa, o vereador José Police Neto. Na prática, o chefe do legislativo municipal se comprometeu a falar com o prefeito e também convidou o setor a participar dos debates sobre o Plano Diretor da cidade.</p>
<p>“O transporte de cargas em São Paulo fica sem alternativas com estas restrições, pois não temos o Rodoanel pronto. Sem este projeto, o tráfego de passagem pela cidade ainda persiste e as transportadoras estão sem alternativas para realizar suas operações. Além disso, as restrições aumentam o custo das empresas, obrigam as transportadoras a utilizar veículos menores, aumentando o número de motores a diesel nas ruas e, principalmente, colocam em xeque o abastecimento da cidade”, comenta o presidente do SETCESP, Francisco Pelucio.</p>
<p><strong>Regras</strong></p>
<p>As novas restrições vigoram a partir de hoje, mas a Prefeitura, por meio da imprensa, divulgou que este primeiro período será educativo e as multas só começarão a ser registradas daqui 30 dias. Os caminhões estão proibidos de circular das 4h às 10h e das 16h às 22h, de segunda a sexta, nas vias listadas abaixo. Os VUCs estão liberados para circular em qualquer horário. Confira as vias restritas:</p>
<p>I. Marginal Tietê, em todas as suas denominações, sentido Rod. Ayrton Senna &#8211; Rod. Castelo Branco, pista local, central e expressa, no trecho compreendido entre a Pte. Aricanduva (excluída a referida ponte) e a Av. Raimundo Pereira de Magalhães;</p>
<p>II. Marginal Tietê, em todas as suas denominações, sentido Rod. Castelo Branco &#8211; Rod. Ayrton Senna, pista local e central no trecho compreendido entre a R. Fortunato Ferraz e Pte. Aricanduva (excluída a referida ponte) e exceto pista local, sob Pte. Tatuapé no trecho compreendido entre as alças ascendente e descendente para a Av. Salim Farah Maluf e pista expressa no trecho compreendido entre o Km 0 (zero) e Pte. Aricanduva (excluída a referida ponte);</p>
<p>III. Av. General Edgar Facó em ambos os sentidos, no trecho compreendido entre R. da Balsa e Pte. do Piqueri;</p>
<p>IV. Av. Ermano Marchetti, sentido Lapa &#8211; Centro, no trecho compreendido entre Ponte do Piquerí e Pça. Dr. Pedro Corazza (excluída a referida praça);</p>
<p>V. Av. Ermano Marchetti, sentido Centro &#8211; Lapa, no trecho compreendido entre a Pça. Dr. Pedro Corazza e a Pça Jácomo Zanella (excluídas as referidas praças) e no trecho compreendido entre a Pça. Jácomo Zanella (excluída a referida praça) e Pte. do Piqueri (incluída a referida ponte);</p>
<p>VI. Av. Marquês de São Vicente, em ambos os sentidos e toda sua extensão, excluídas as praças Dr. Pedro Corazza, José Vieira de Carvalho Mesquita e Luís Carlos Mesquita;</p>
<p>VII. R. Norma Pieruccini Giannotti, em ambos os sentidos e toda extensão;</p>
<p>VIII. R. Sérgio Tomás, em ambos os sentidos e toda extensão;</p>
<p>IX. Av. Pres. Castello Branco, entre R. Sérgio Tomás e Av. do Estado;</p>
<p>X. Av. do Estado, em ambos os sentidos entre Av. Pres. Castello Branco (Marginal Tietê) até Av. Prof. Luiz Inácio de Anhaia Mello;</p>
<p>XI. Av. Prof. Luiz Inácio de Anhaia Mello, sentido Ipiranga –</p>
<p>V. Formosa, entre Vd. Grande São Paulo e Av. Salim Farah Maluf;</p>
<p>XII. Av. Prof. Luiz Inácio de Anhaia Mello, sentido V. Formosa – Ipiranga, entre R. Domingos Afonso e Vd. Grande São Paulo;</p>
<p>XIII. Av. Pres. Tancredo Neves, em ambos os sentidos e toda extensão;</p>
<p>XIV. Av. das Juntas Provisórias, sentido Sacomã – Cambuci, entre R. do Grito e Av. do Estado;</p>
<p>XV. Av. das Juntas Provisórias, sentido Cambuci – Sacomã, entre Av. do Estado e R. Dois de Julho;</p>
<p>XVI. Vd. Bresser, sentido Brás – V. Prudente, entre R. Cel. Antonio Marcelo e R. Bresser;</p>
<p>XVII. R. Bresser, sentido Brás – V. Prudente, entre Vd. Bresser e R. dos Trilhos e no sentido V. Prudente – Brás, entre R. dos Trilhos e R. João Caetano;</p>
<p>XVIII. R. Taquari ambos os sentidos , entre R. dos Trilhos e R. da Mooca;</p>
<p>XIX. Av. Paes de Barros em ambos os sentidos, toda extensão;</p>
<p>XX. Av. Presidente Wilson, em ambos os sentidos, entre R. da Mooca e R. Presidente Almeida Couto;</p>
<p>XXI. Av. Salim Farah Maluf, toda extensão;</p>
<p>XXII. R. Ulisses Cruz, entre R. Ivaí e Av. Salim Farah Maluf; XXIII. Vd. Grande São Paulo, toda extensão;</p>
<p>XXIV. Vd. José Colassuono; toda extensão;</p>
<p>XXV. Complexo Viário Senador Antônio Emygdio de Barros Filho, exceto alça direcional da Av. Salim Farah Maluf, sentido Tatuapé – V. Prudente, para a Av. Prof. Luiz Inácio de Anhaia Mello, sentido V. Prudente &#8211; Sapopemba;</p>
<p>XXVI. Vd. Pacheco e Chaves, toda extensão;</p>
<p>XXVII. Vd. Gazeta do Ipiranga, toda extensão;</p>
<p>XXVIII. Complexo Viário Maria Maluf, em ambos os sentidos e toda extensão;</p>
<p>XXIX. Pte. do Piqueri em ambos os sentidos e toda extensão;</p>
<p>XXX. Av. Santos Dumont sentido Norte – Sul, entre Pça. Campo de Bagatelle e Pte. das Bandeiras;</p>
<p>XXXI. Pte. das Bandeiras, sentido Norte – Sul, em toda extensão;</p>
<p>XXXII. Ponte do Tatuapé, sentido Norte – Sul, em toda extensão.</p>
<p><strong>Exceções</strong></p>
<p>Ficam excepcionados da restrição prevista no art. 1º desta portaria, nos períodos adiante especificados e nas condições estabelecidas na legislação vigente, os caminhões:</p>
<p>I &#8211; por período integral:</p>
<p>a) de urgência;<br />
b) socorro mecânico de emergência;<br />
c) cobertura jornalística;<br />
d) obras e serviços de emergência;<br />
e) correios;<br />
f) no acesso a estacionamento próprio, mediante porte de<br />
autorização especial;<br />
g) serviço emergencial de sinalização de trânsito.</p>
<p>II &#8211; no período das 4h às 10h:</p>
<p>a) concretagem e concretagem-bomba;<br />
b) remoção de terra em obras civis;<br />
c) feiras livres, mediante porte de autorização especial;<br />
d) mudança, mediante porte de autorização especial;<br />
e) coleta de lixo.<br />
f) transporte de produtos alimentícios perecíveis, mediante porte de autorização especial.</p>
<p>III &#8211; no período das 16h às 20h:</p>
<p>a) transporte de valores.</p>
<p>O cadastramento dos caminhões excepcionados poderá ser feito no seguinte endereço: <a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/transportes/">http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/transportes/</a></p>
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