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	<title>Truck Shopping Notícias do Mundo dos Caminhões &#187; Responsabilidade</title>
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	<description>Noticias sobre Veículos e  mercado de transporte rodoviario</description>
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		<title>Truck Shopping Notícias do Mundo dos Caminhões &#187; Responsabilidade</title>
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		<title>Congresso aprova punição mais rigorosa para quem dirigir bêbado</title>
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		<pubDate>Wed, 28 May 2008 23:35:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARQUIVO]]></category>
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		<description><![CDATA[Fonte: O Estado de São Paulo 28/5/2008 O Congresso aprovou ontem a Medida Provisória que libera a venda de bebidas no perímetro urbano das rodovias federais. Ao mesmo tempo, torna mais rigorosas as penas para os motoristas que dirigirem depois de consumir álcool, mesmo que não se envolvam em acidentes. Segundo alguns deputados, trata-se da política do “bêbado zero”. Quem for flagrado com qualquer índice de álcool no sangue estará sujeito a pagamento de multa e retenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) por um ano. Se o índice estiver acima de 0,6 grama por litro de sangue, ficará sujeito a prisão de 6 meses a 3 anos. Pelo novo texto, o motorista embriagado que se envolver em acidente com morte poderá ser processado por homicídio doloso (pena de 6 a 20 anos de prisão) e não mais por homicídio culposo com agravante, que permitia pena máxima de 6 anos. Essa mudança foi aprovada pelo Senado e mantida na Câmara dos Deputados. Os motoristas embriagados que se recusarem a se submeter ao teste do bafômetro ou a outros exames poderão, a critério da autoridade policial, ser multados e perder a carteira de habilitação por um ano. Os que se submeterem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana;"><strong>Fonte:</strong><br />
O Estado de São Paulo<br />
28/5/2008 </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small; font-family: Verdana;"> </span><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana;">O        Congresso aprovou ontem a Medida Provisória que libera a venda de bebidas        no perímetro urbano das rodovias federais. Ao mesmo tempo, torna mais        rigorosas as penas para os motoristas que dirigirem depois de consumir        álcool, mesmo que não se envolvam em acidentes. Segundo alguns deputados,        trata-se da política do “bêbado zero”. Quem for flagrado com qualquer        índice de álcool no sangue estará sujeito a pagamento de multa e retenção        da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) por um ano. Se o índice estiver        acima de 0,6 grama por litro de sangue, ficará sujeito a prisão de 6 meses        a 3 anos. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana;">Pelo novo texto, o        motorista embriagado que se envolver em acidente com morte poderá ser        processado por homicídio doloso (pena de 6 a 20 anos de prisão) e não mais        por homicídio culposo com agravante, que permitia pena máxima de 6 anos.        Essa mudança foi aprovada pelo Senado e mantida na Câmara dos Deputados. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana;">Os motoristas embriagados        que se recusarem a se submeter ao teste do bafômetro ou a outros exames        poderão, a critério da autoridade policial, ser multados e perder a        carteira de habilitação por um ano. Os que se submeterem ao teste e forem        flagrados com mais de 0,6 grama serão levados à delegacia para registro da        ocorrência, liberados em seguida e responderão a processo, sujeito à        prisão. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana;">Já os motoristas        embriagados envolvidos em acidentes graves serão presos, sem a        possibilidade de pagamento de fiança e o processo não será mais em juizado        especial nem poderá ser arbitrada uma pena alternativa. Nesse rigor também        estão incluídos os motoristas, mesmo sem nenhuma bebida, que atropelarem        na calçada, na faixa de pedestre e no acostamento, a pessoa que estiver        fazendo um pega ou racha e ainda o motorista que ultrapassar em local        proibido. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana;">Segundo a Polícia        Rodoviária Federal, a embriaguez, aliada normalmente à imprudência, está        entre as principais causas de acidentes nas rodovias. O custo dos        acidentes rodoviários no Brasil chega a R$ 22 bilhões por ano, somando        gastos médicos, hospitalares, de perda de renda, remoção e recuperação de        veículos, administrativos, judiciais e previdenciários, conforme números        divulgados ontem pelo diretor de Estudos Urbanos do Instituto de Pesquisa        Econômica Aplicada (Ipea), Marcelo Piancastelli Siqueira, numa série de        palestras em São Paulo. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana;">SANÇÃO </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana;">O texto aprovado ontem        vai agora à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que poderá        vetar alguns trechos. O ministro interino da Justiça, Luiz Paulo Barreto        Teles, informou que dará parecer favorável e Lula deve sancionar o projeto        sem alterações. “Restituímos o espírito da MP 415 e atendemos o interesse        público. Vai evitar muitas mortes estúpidas nas estradas”, disse. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana;">Segundo o Ministério da        Justiça, a liberação das bebidas nos trechos urbanos (que não fazia parte        da proposta inicial) só atingirá 10% das estradas. A redação final        referente à venda de bebidas está no meio do caminho entre a restrição        total proposta pelo governo e a liberação absoluta aprovada no Senado. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana;">O relator da MP na        Câmara, Hugo Leal (PSC-RJ), aceitou três das sete emendas aprovadas no        Senado, mas duas delas eram apenas ajustes na redação. A terceira foi a        que facilita a abertura de processo por homicídio doloso para motoristas        embriagados que causarem morte no trânsito. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana;">“Seria incoerência se a        Câmara permitisse a venda na área rural. Tiramos a proibição da área        urbana porque havia um conflito com a lei de posturas dos municípios, mas        não há motivo para tirar da área rural. Como há menos senadores, a venda        acabou liberada na área rural. Mas 513 (deputados) pensam melhor do que 81        (senadores)”, afirmou o relator, depois de explicar os motivos para        rejeitar a emenda do Senado que liberava a venda em toda extensão das        rodovias federais. Os senadores argumentaram, ao liberar a venda, que os        comerciantes, e não os motoristas alcoolizados, estavam sendo punidos. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana;">A proibição da venda nas        áreas rurais e urbanas ficará em vigor até a sanção da nova lei. O        estabelecimento que vender bebidas na área proibida está sujeito à multa        de R$ 1,5 mil. No entanto, grande número de estabelecimentos comerciais à        beira das rodovias federais, dentro das cidades, tem vendido bebidas,        graças a liminares obtidas na Justiça. Caberá a cada município deixar        claro o limite do perímetro urbano, além do qual a venda de bebidas        alcoólicas continuará proibida. </span></p>
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