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	<title>Truck Shopping Notícias do Mundo dos Caminhões &#187; Mercado &amp; Economia</title>
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	<description>Noticias sobre Veículos e  mercado de transporte rodoviario</description>
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		<title>Truck Shopping Notícias do Mundo dos Caminhões &#187; Mercado &amp; Economia</title>
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		<title>Setor de Transportes x Eleições 2010</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Oct 2010 22:21:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Qual a importância  do setor de transporte  para o Brasil  e o que devemos esperar  do proximo presidente ? Não a duvidas   que  setor  de transporte  em todos os seus  modais  tem significativa importância para o desenvolvimento  do nosso pais. A importância  que o setor  tem para a chegada de qualquer produto  às mãos  do consumidor, ele transfere na mesma  proporção  os seus custos  para o produto  produzido   ou  consumido  pelos  brasileiros, do  feijão  ao  caviar,  do chá  ao composto quimico  para a fabricação do rémedio ,  tudo  que chega a sua mesa   ou  esteja  a sua volta  necessitou ser transportado . Portanto  se não houver politicas de planejamento  e investimentos pesados  na infra estrutura do pais  ( portos, aeroportos, rodovias, hidrovias, ferrovias )  existe um gande risco  de  vermos o desenvolvimento  interrompido ou lentificado, ou seja  , o tal do apagão  que  tanto se fala . É um engano   o cidadão que não atua diretamente  no setor  transportes concluir que  por  não utilizar   nenhuma  dessas estruturas  no seu dia a dia, não é ou não será afetado  pelos gargalos   que  influenciam diretamente o setor. Pois  qualquer  eventual  custo  será repassado  para o preço do frete  e consequentemente para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Qual a importância  do setor de transporte  para o Brasil  e o que devemos esperar  do proximo presidente ?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não a duvidas   que  setor  de transporte  em todos os seus  modais  tem significativa importância para o desenvolvimento  do nosso pais.</p>
<p style="text-align: justify;">A importância  que o setor  tem para a chegada de qualquer produto  às mãos  do consumidor, ele transfere na mesma  proporção  os seus custos  para o produto  produzido   ou  consumido  pelos  brasileiros, do  feijão  ao  caviar,  do chá  ao composto quimico  para a fabricação do rémedio ,  tudo  que chega a sua mesa   ou  esteja  a sua volta  necessitou ser transportado .</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto  se não houver politicas de planejamento  e investimentos pesados  na infra estrutura do pais  ( portos, aeroportos, rodovias, hidrovias, ferrovias )  existe um gande risco  de  vermos o desenvolvimento  interrompido ou lentificado, ou seja  , o tal do apagão  que  tanto se fala .</p>
<p style="text-align: justify;">É um engano   o cidadão que não atua diretamente  no setor  transportes concluir que  por  não utilizar   nenhuma  dessas estruturas  no seu dia a dia, não é ou não será afetado  pelos gargalos   que  influenciam diretamente o setor. Pois  qualquer  eventual  custo  será repassado  para o preço do frete  e consequentemente para o valor  do produto  final , seja ele qual for .</p>
<p style="text-align: justify;">Neste  sentido  podemos  citar como simples  exemplo  a falta  de mão de obra especializada.   Não houve tempo de formar  profissionais  para  acompanhar  a demanda , e muitos  equipamentos  estão parados  aguardando   a adequação ou formação  do profissional .</p>
<p style="text-align: justify;">É comum  observarmos  criticas  aos  governos do sul e sudeste  sobre  as rodovias  pedagiadas ao mesmo  tempo  que  obesrvamos   as  empresas  e os  caminhoneiros autonomos  preferirem  transitar  nesta região  em comparação  as regiões  onde  as estradas não oferecem a estrutura  necessária.<br />
Também  é comum  observar conclusões  de que os custos  finais  acabam sendo  mais  baixos  em rodovias  pedagiadas  em comparação  aos  custos de manutenção dos equipamentos em estradas mal conservadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há duvidas  que  os custos  sejam eles quais forem , serão  transferidos  para  o produto  final   e cabe  ao consumidor pagar a conta.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar  de preferirmos  transitar  por  rodovias  seguras  , não  nos  satisfaz  os altos  preços  cobrados  para  sua utilização , como também não  podemos mais aceitar  desvios  de recusros  públicos  e a falta  de politica séria para os investimentos   em setores  tão importantes  como  a infra-estrutura , saúde e educação.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisamos    prestar mais  atenção  nos programas  dos  candidatos  Jose Serra  e Dilma Roussef , e  avaliarmos  o que  os  candidatos  tem de fato  a oferecer  para  o desenvolvimento  do nosso pais  e  consequentemente  de nós brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Ésta  é a importância  do setor  de transportes   , e  esta  é a importância  que  os programas  de governo  do próximo  presidente devem  observar  para  o setor.</p>
<p style="text-align: justify;">16/out/2010<br />
Nivaldo Ferreira<br />
MTB 55.797/sp</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Procaminhoneiro, aumenta procura por caminhões e provoca fila de espera.</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 17:51:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARQUIVO]]></category>
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		<category><![CDATA[ProCaminhoneiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Criado há três anos sem ter alcançado muitos resultados, o programa Procaminhoneiro, do BNDES, abaixou o juros do financiamento do caminhão zero kilometro, e do caminhão usado para 4,5% a.a.. Com isso o programa decolou, aumentando a procura. Segundo o Gerente de Marketing da Ford, Cláudio Terciano, diz que 90% dos financiamentos de caminhões feito pela Ford vem do FINAME, e desses 30% vem do Procaminhoneiro. Autonômos e Micro-empresários enfrentam fila para compra de um novo Caminhão, que pode chegar a três meses. De Agosto até 19 deste mês, o programa aprovou R$ 381 milhões em novas operações, contra R$ 341 milhões no ano passado. Como já foi anunciado aqui, o Governo baixou em mais de 60%  a taxa de juros, subsidiando a deficit. Aumentou o prazo de pagamento para oito anos, e aumentou a linha de credito do programa em 80% chegando agora a R$ 80 bilhões. Maiores Informações Maiores informações podem ser conseguidas no próprio site do BNDES, mas também estamos preparando um especial sobre o assunto. Hora de Renovar Por enquanto o prazo dessas novas condições é até dia 31 de dezembro. Então a hora de renovação da frota é agora, já que o governo não anunciou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Criado há três anos sem ter alcançado muitos resultados, o programa Procaminhoneiro, do BNDES, abaixou o juros do financiamento do caminhão zero kilometro, e do caminhão usado para 4,5% a.a.. Com isso o programa decolou, aumentando a procura.</p>
<p>Segundo o Gerente de Marketing da Ford, Cláudio Terciano, diz que 90% dos financiamentos de caminhões feito pela Ford vem do FINAME, e desses 30% vem do Procaminhoneiro.</p>
<p>Autonômos e Micro-empresários enfrentam fila para compra de um novo Caminhão, que pode chegar a três meses. De Agosto até 19 deste mês, o programa aprovou R$ 381 milhões em novas operações, contra R$ 341 milhões no ano passado.</p>
<p>Como já foi anunciado aqui, o Governo baixou em mais de 60%  a taxa de juros, subsidiando a deficit. Aumentou o prazo de pagamento para oito anos, e aumentou a linha de credito do programa em 80% chegando agora a R$ 80 bilhões.</p>
<p><strong>Maiores Informações<br />
</strong>Maiores informações podem ser conseguidas no próprio site do <a title="Pro Caminhoneiro" href="http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Navegacao_Suplementar/FAQ/bloco5r.html">BNDES</a>, mas também estamos preparando um especial sobre o assunto.</p>
<p><strong>Hora de Renovar<br />
</strong>Por enquanto o prazo dessas novas condições é até dia 31 de dezembro. Então a hora de renovação da frota é agora, já que o governo não anunciou nenhuma prorrogação nessas condições especiais.</p>
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		<title>Crédito escasso já causa retração nas encomendas de caminhões</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 16:57:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARQUIVO]]></category>
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		<description><![CDATA[Gazeta Mercantil Mercado aquecido, firme, com filas de espera até dias atrás, o setor de caminhões já sente os efeitos da crise americana. Uma das maiores operadoras rodoviárias do País, a Coopercarga, com sede em Concórdia (SC), adiou as compras de caminhões temporariamente. “Tínhamos 80 caminhões negociados, mas com contrato ainda não fechado. Com o dinheiro escasso e mais caro, decidimos esperar os desdobramentos”, disse ontem à Gazeta Mercantil o presidente da Coopercarga, Dagnor Schneider. A Zappellini, transportadora com previsão de faturar R$ 140 milhões neste ano, especializada em carga seca com sede em Lages (SC) também travou as compras, segundo o diretor da empresa, Gilberto Zappellini. “Tínhamos um saldo de 20 caminhões para receber e decidimos rever o negócio. Uma das causas para nossa decisão é o aumento no custo do dinheiro”, disse. Segundo Dagnor Schneider, da Coopercarga, que reúne uma frota de 1,7 mil caminhões, o custo do dinheiro subiu tanto para compra de caminhões como para capital de giro. “Os bancos aumentaram as taxas. No capital de giro pagávamos CDI mais 0,12% e agora estão nos pedindo CDI mais 0,9%. Para nos defender estamos pedindo aos clientes que paguem os fretes com menor prazo”. Eriodes Battistella, presidente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="entry">
<div class="snap_preview">
<p><em>Gazeta Mercantil</em></p>
<p>Mercado aquecido, firme, com filas de espera até dias atrás, o setor de caminhões já sente os efeitos da crise americana. Uma das maiores operadoras rodoviárias do País, a Coopercarga, com sede em Concórdia (SC), adiou as compras de caminhões temporariamente.</p>
<p>“Tínhamos 80 caminhões negociados, mas com contrato ainda não fechado. Com o dinheiro escasso e mais caro, decidimos esperar os desdobramentos”, disse ontem à Gazeta Mercantil o presidente da Coopercarga, Dagnor Schneider.</p>
<p>A Zappellini, transportadora com previsão de faturar R$ 140 milhões neste ano, especializada em carga seca com sede em Lages (SC) também travou as compras, segundo o diretor da empresa, Gilberto Zappellini. “Tínhamos um saldo de 20 caminhões para receber e decidimos rever o negócio. Uma das causas para nossa decisão é o aumento no custo do dinheiro”, disse.</p>
<p>Segundo Dagnor Schneider, da Coopercarga, que reúne uma frota de 1,7 mil caminhões, o custo do dinheiro subiu tanto para compra de caminhões como para capital de giro. “Os bancos aumentaram as taxas. No capital de giro pagávamos CDI mais 0,12% e agora estão nos pedindo CDI mais 0,9%. Para nos defender estamos pedindo aos clientes que paguem os fretes com menor prazo”.</p>
<p>Eriodes Battistella, presidente da Assobrasc, associação que reúne os revendedores Scania, esteve ontem com a montadora para tratar das negociações para 2009. “Nosso número para o ano que vem por ora é de 9 mil caminhões, mil unidades a mais que venderemos em 2008. Sabemos que será difícil, mas ainda mantemos a previsão”;</p>
<p>Battistella disse que clientes estão adiando as compras neste momento. “Eles estão pedindo um tempo para definir os negócios. É natural que isso aconteça diante da indefinição da conjuntura e da elevação do custo do dinheiro.”</p>
<p>O presidente da Assobrasc disse que a entidade foi comunicada de um aumento de 7% no preço dos caminhões a partir do ano que vem. “Ponderamos junto à Scania que este percentual é elevado”, afirmou ele.</p>
<p>Se depender de Schneider, da Coopercarga, não haverá aumento. “Já pagamos reajuste de caminhão em 2008 por conta do aquecimento da demanda. Não temos mais como aceitar reajustes”, enfatizou.</p>
<p>Fonte: Gazeta Mercantil/Ariverson Feltrin | <a href="http://www.gazetamercantil.com.br/">http://www.gazetamercantil.com.br/</a></div>
</div>
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		<title>Recall para os Modelos Cargo é Anunciado pela Ford</title>
		<link>http://truckshopping.com.br/novidades/2008/09/16/recall-para-os-modelos-cargo-e-anunciado-pela-ford/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 16:49:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARQUIVO]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhões]]></category>
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		<category><![CDATA[Ford]]></category>
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		<description><![CDATA[A Ford convocou, em 13 de setembro, os proprietários dos caminhões modelo Cargo, ano de fabricação 2006 a 2008, abaixo identificados, a contatarem um distribuidor da marca para análise e, se necessária, a substituição do kit de engrenagens da sobremarcha do câmbio, que pode se quebrar e deixar o veículo sem tração &#8211; sujeito a acidentes Ao todo, 1.555 caminhões e 244 kits de peças estão compreendidos no recall, segundo informou a Ford. Os kits de engrenagens da sobremarcha envolvidos no recall, produzidos pela Eaton Ltda., possuem a numeração BG7X/7k177/BA/ e BG7X/7232/AA/. Em comunicado, a montadora informa ter verificado a possibilidade de quebra da arruela da marcha a ré e da engrenagem da sobremarcha em razão de diferenças de tamanho dos produtos, com a possibilidade de causar dificuldade ou impossibilidade de troca de marchas, causando perda de tração do veículo, podendo provocar acidentes.  A Ford convoca também os clientes que adquiriram o kit de engrenagens da  sobremarcha Eaton nos balcões dos Distribuidores da Marca, no período de  12/1/2007 a 13/8/2008 para que entrem em contato para receber as  instruções necessárias Segundo a Fundação Procon-SP, por haver chance de acidente, o atendimento deve ser de imediato. A entidade alerta ainda que &#8220;o recall envolve os modelos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Ford convocou, em 13 de setembro, os proprietários dos caminhões modelo Cargo, ano de fabricação 2006 a 2008, abaixo identificados, a contatarem um distribuidor da marca para análise e, se necessária, a substituição do kit de engrenagens da sobremarcha do câmbio, que pode se quebrar e deixar o veículo sem tração &#8211; sujeito a acidentes</p>
<p>Ao todo, 1.555 caminhões e 244 kits de peças estão compreendidos no recall, segundo informou a Ford.</p>
<p>Os kits de engrenagens da sobremarcha envolvidos no recall, produzidos pela Eaton Ltda., possuem a numeração BG7X/7k177/BA/ e BG7X/7232/AA/.</p>
<p>Em comunicado, a montadora informa ter verificado a possibilidade de quebra da arruela da marcha a ré e da engrenagem da sobremarcha em razão de diferenças de tamanho dos produtos, com a possibilidade de causar dificuldade ou impossibilidade de troca de marchas, causando perda de tração do veículo, podendo provocar acidentes. </p>
<p>A Ford convoca também os clientes que adquiriram o kit de engrenagens da <br />
sobremarcha Eaton nos balcões dos Distribuidores da Marca, no período de <br />
12/1/2007 a 13/8/2008 para que entrem em contato para receber as <br />
instruções necessárias</p>
<p>Segundo a Fundação Procon-SP, por haver chance de acidente, o atendimento deve ser de imediato. A entidade alerta ainda que &#8220;o recall envolve os modelos adquiridos da concessionária ou de pessoa física&#8221;.</p>
<h3>Modelos Compreendidos no Recall</h3>
<p>Cargo 4432e ano de fabricação 2006/2007 <br />
Nº DE SÉRIE DOS CHASSIS <br />
6BB78640 a 7BB90368 <br />
Cargo 4532e ano de fabricação 2007/2008 <br />
Nº DE SÉRIE DOS CHASSIS <br />
7BB00513 a 9BB14534</p>
<h3>Dados da FORD</h3>
<p>0800 703 3673</p>
<p><a href="http://www.ford.com.br">www.ford.com.br</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Restrição em São Paulo provoca reajuste de Frete</title>
		<link>http://truckshopping.com.br/novidades/2008/07/30/restricao-em-sao-paulo-provoca-reajuste-de-frete/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 06:44:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARQUIVO]]></category>
		<category><![CDATA[ACSP]]></category>
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		<category><![CDATA[Caminhões]]></category>
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		<category><![CDATA[frete]]></category>
		<category><![CDATA[Gilberto Kassab]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado & Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[Aumento da frota, elevação do custo operacional e conseqüente repasse às taxas de coleta e entrega são inicialmente os impactos que a restrição do tráfego de caminhões na capital paulista causa as empresas de transporte. &#8220;O anúncio da nova legislação foi feito antecipadamente, de modo que tivemos tempo de nos planejar para manter a qualidade do transporte&#8221;, disse Mateus de Oliveira Naves, diretor de negócios da RTE Rodonaves. Segundo ele, o aumento do custo relacionado à restrição do trânsito de caminhões em São Paulo ainda não está totalmente dimensionado. &#8220;Mas, com certeza, houve aumento de custos, pois tivemos de aumentar e redirecionar a frota, tanto de transferência como de distribuição&#8221;, afirmou Mateus. Segundo ele, apenas a primeira fase da limitação do transporte de carga na capital paulista levou a um aumento de 4% nas tarifas de entrega e coleta na região. A NTC &#38; Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) concluiu seus estudos sobre os impactos da restrição aos caminhões adotada pela gestão Gilberto Kassab (DEM) desde 30 de junho e definiu: vai recomendar às empresas que elevem em 15% os preços das entregas na cidade de São Paulo e em outros municípios pelo país com restrições [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Aumento da frota, elevação do custo operacional e conseqüente repasse às taxas de coleta e entrega são inicialmente os impactos que a restrição do tráfego de caminhões na capital paulista causa as empresas de transporte.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O anúncio da nova legislação foi feito antecipadamente, de modo que tivemos tempo de nos planejar para manter a qualidade do transporte&#8221;, disse Mateus de Oliveira Naves, diretor de negócios da RTE Rodonaves.<br />
Segundo ele, o aumento do custo relacionado à restrição do trânsito de caminhões em São Paulo ainda não está totalmente dimensionado. &#8220;Mas, com certeza, houve aumento de custos, pois tivemos de aumentar e redirecionar a frota, tanto de transferência como de distribuição&#8221;, afirmou Mateus. Segundo ele, apenas a primeira fase da limitação do transporte de carga na capital paulista levou a um aumento de 4% nas tarifas de entrega e coleta na região.
</p>
<p style="text-align: justify;">A NTC &amp; Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) concluiu seus estudos sobre os impactos da restrição aos caminhões adotada pela gestão Gilberto Kassab (DEM) desde 30 de junho e definiu: vai recomendar às empresas que elevem em 15% os preços das entregas na cidade de São Paulo e em outros municípios pelo país com restrições similares.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Isenção de ICMS também pressiona o frete</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A partir do dia 1º, a prestação de serviços de transporte de carga no Estado de São Paulo estará isenta de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), como estabelece decreto assinado no dia 22 pelo governador José Serra.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os empresários, a medida, em vez de reduzir, vai elevar o custo do frete no Estado, pois, sem os créditos que antes eram usados para pagar as compras de caminhões e outros itens, as empresas terão de buscar empréstimos nos bancos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A isenção do ICMS para o setor é uma medida absurda. O governo mostra desrespeito com o setor, que não foi procurado nem sequer para discutir essa mudança no ICMS&#8221;, afirma Valdete Marinheiro, advogada da Fetcesp (Federação das Empresas de Transportes de Carga do Estado de São Paulo).</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Preço do diesel</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O reajuste acumulado de 10,4% nos preços do óleo diesel, no período de maio a julho, já refletiu-se no custo do frete em pelo menos 10%, de acordo com o relações públicas do Sindicargas, Roberto Sinai. Hoje, mesmo considerando-se a reposição de 10%, o setor ainda está com os valores de frete defasados em 50%.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Aumento em outros setores e no varejo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Martinho Paiva Moreira, vice-presidente de comunicação da Associação Paulista de Supermercados (Apas), diz que o impacto na estrutura de custos dos supermercados será triplo. “Primeiro, termos um aumento de 10% nos custos de mão-de-obra com a contratação de mais gente e o pagamento de um adicional noturno. Depois, o frete deve subir 25%. Finalmente, precisaremos de estoques maiores, com o aumento da possibilidade da carga não ser entregue, o que vai gerar mais 1% de impacto”.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A previsão inicial é que o aumento do preço de venda ao consumidor seja da ordem de 5% a 10%, dependendo do tipo de mercadoria&#8221;, diz Roberto Mateus Ordine, vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).</p>
<p style="text-align: justify;">Já Claudio Elias Conz, presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), diz que o aumento do frete na cidade de São Paulo deve chegar à 200%. “Um caminhão que faz entrega de 20 toneladas terá de ser substituído por cinco menores [de até 6,3 m de comprimento], cuja capacidade máxima é de quatro toneladas. O nosso custo normal é de R$ 40 por tonelada. Com a nova lei, saltou para R$ 123. Estimamos que o repasse gere um aumento de 1,5% a 3,5% no custo do material de construção em geral”.</p>
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		<title>Fila para caminhão novo, aquece mercado de Usados</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 01:35:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As revendedoras de veículos já sentem o impacto da alta procura por caminhões. Em algumas lojas, as encomendas agendadas neste mês serão entregues apenas no fim do ano. Segundo a Federação Nacional de Distribuição da Distribuição dos Veículos Automotores no Paraná, (Fenabrave-PR), houve um aumento de cerca de 46% na venda de caminhões no estado em junho, na comparação com o mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, o crescimento foi de cerca de 33% em relação a 2007. A Servopa Caminhões está com uma expectativa de crescimento de 30% em 2008 em relação ao ano passado, tendo como carros-chefes os modelos VW 8.150 Delivery, o VW 24250 Constellation e o VW 19320 Constellation. “Prevemos que este cenário se manterá nos próximos dois ou três anos e que, depois disso, o mercado se estabilizará. A diferença é que o novo patamar de estabilização será mais alto. Um exemplo disso é a própria Volkswagen que,  no segundo semestre,  começa a operar com um terceiro turno para ampliar a sua produção”, afirma Müller. Preços Além das filas, quem procura um caminhão estão enfrentando também uma alta nos preços. “Dependendo da marca, os valores subiram 20% no último ano. Por conta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As revendedoras de veículos já sentem o impacto da alta procura por caminhões. Em algumas lojas, as encomendas agendadas neste mês serão entregues apenas no fim do ano. Segundo a Federação Nacional de Distribuição da Distribuição dos Veículos Automotores no Paraná, (Fenabrave-PR), houve um aumento de cerca de 46% na venda de caminhões no estado em junho, na comparação com o mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, o crescimento foi de cerca de 33% em relação a 2007.</p>
<p style="text-align: justify;">A Servopa Caminhões está com uma expectativa de crescimento de 30% em 2008 em relação ao ano passado, tendo como carros-chefes os modelos VW 8.150 Delivery, o VW 24250 Constellation e o VW 19320 Constellation. “Prevemos que este cenário se manterá nos próximos dois ou três anos e que, depois disso, o mercado se estabilizará. A diferença é que o novo patamar de estabilização será mais alto. Um exemplo disso é a própria Volkswagen que,  no segundo semestre,  começa a operar com um terceiro turno para ampliar a sua produção”, afirma Müller.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Preços</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além das filas, quem procura um caminhão estão enfrentando também uma alta nos preços. “Dependendo da marca, os valores subiram 20% no último ano. Por conta da alta demanda, as concessionárias têm retirado os descontos”, diz o presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logísticas do Paraná (Setcepar), Fernando Klein Nunes. “Nosso poder de negociação diminuiu muito e a remuneração não é suficiente para acompanhar o aumento dos custos”, diz. “Agora, os revendedores vão aproveitar para faturar ainda mais.”</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Usados como Opção</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O caminhoneiro Divonzir Marques Ramos entrou na fila de espera de uma concessionária para comprar um caminhão novo. Aguardou por seis meses e, sem nenhum retorno ou previsão de entrega do modelo, acabou desistindo. A opção foi comprar um modelo seminovo. “Fiquei apreensivo e não tinha nenhuma esperança de quando iria vir. Sou autônomo e não tenho como esperar, por isso, resolvi comprar de um outro colega.”</p>
<p style="text-align: justify;">“Em comparação com 2007, tivemos um crescimento de 112% e de 55% na venda de seminovos e usados”, diz o gerente de vendas da Servopa Caminhões em Curitiba, Mário Canaã. “Dependendo do modelo e da quantidade, estamos com dificuldade em entregar rapidamente. A média de espera é de 90 dias.”</p>
<p style="text-align: justify;">O indicador de vendas da Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado de São Paulo (Assovesp) e do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos Usados no Estado de São Paulo (Sindiauto) aponta 2008 como o melhor ano da história do segmento de revendas de veículos no Brasil. As vendas do setor totalizaram 1,039 milhão de unidades no primeiro semestre do ano, o que significa um crescimento de 47,54% em relação a igual período de 2007 e o melhor nível de negócios nos 15 anos em que a pesquisa é realizada. O segmento de caminhões apresentou alta de 17,97% (33,9 mil unidades).</p>
<p style="text-align: justify;">Foram fechados 5.952 negócios com caminhões em junho, contra 5.609 no mês anterior, um aumento de 6,12%.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessas vendas, 78% foram financiadas em junho, contra 69% em maio. O prazo médio para este financiamento foi de 47 meses no mês, contra 42 meses no anterior. Já o saldo médio financiado foi de 72% em junho, contra 66% em maio e as trocas ficaram em 59% em junho, contra 45% no mês anterior. Os caminhos, segundo as entidades, valorizara em média, 0,99%.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>CAMINHÕES Aumentaram as vendas.</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 23:25:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARQUIVO]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhões]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhoes Usados]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado & Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte:  Assovesp &#8211; Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado de São Paulo 5.952 negócios com caminhões em junho contra 5.609 em maio. AUMENTO igual a 6,12%. 78% dos negócios foram financiados em junho, contra 69% em maio. Prazo médio de financiamento foi de 47 meses em junho, contra 42 meses em maio. Saldo médio financiado foi de 72% em junho, contra 66% em maio. Trocas ficaram em 59% em junho, contra 45% em maio. Caminhões, em média, valorizaram +0,99%. COMENTÁRIOS Apesar das boas notícias, no geral, os negócios nas Revendas Independentes no estado de São Paulo caíram, exceto no setor de caminhões]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fonte:  Assovesp &#8211;               Associação dos Revendedores                de Veículos Automotores no Estado de São Paulo</strong><br />
5.952 negócios com caminhões em junho contra 5.609 em maio.                AUMENTO igual a 6,12%.<br />
78% dos negócios foram financiados em junho, contra 69% em maio.<br />
Prazo médio de financiamento foi de 47 meses em junho, contra 42                meses em maio. Saldo médio financiado foi de 72% em junho, contra                66% em maio.<br />
Trocas ficaram em 59% em junho, contra 45% em maio.</p>
<p>Caminhões, em média, valorizaram +0,99%.</p>
<p>COMENTÁRIOS<br />
Apesar das boas notícias, no geral, os negócios nas Revendas                Independentes no estado de São Paulo caíram, exceto no setor de                caminhões</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Revenda de carro usado tem melhor semestre da história</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 23:27:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARQUIVO]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhoes Usados]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado & Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[O indicador de vendas da Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado de São Paulo (Assovesp) e do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos Usados no Estado de São Paulo (Sindiauto) aponta 2008 como o melhor ano da história do segmento de revendas de veículos no Brasil. As vendas do setor totalizaram 1,039 milhão de unidades no primeiro semestre do ano, o que significa um crescimento de 47,54% em relação a igual período de 2007 e o melhor nível de negócios nos 15 anos em que a pesquisa é realizada. As vendas de carros populares no Estado cresceram 49,9% no período (742,9 mil negócios), impulsionando o indicador. O segmento de caminhões apresentou alta de 17,97% (33,9 mil unidades). Entre as motocicletas, entretanto, houve uma queda de 2,86% (57,9 mil contratos). O levantamento aponta que o preço médio dos automóveis subiu 0,27% de janeiro a junho. Nesse caso, o avanço foi puxado pela alta de 1,27% no preço dos carros populares. As motos apresentaram desvalorização de 2,37%, enquanto os preços dos caminhões tiveram elevação média de 4,60%. Junho Em junho, o comércio de veículos usados no Estado de São Paulo registrou 178.756 negócios, alta de 39,85% em relação a junho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="storybody">
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 117px"><img title="Agencia Estado" src="http://us.i1.yimg.com/us.yimg.com/i/br/news/logo/agestado_logo.jpg" alt="Agencia Estado" width="107" height="30" /><p class="wp-caption-text">Agencia Estado</p></div>
<p align="justify"><span style="font-size: xx-small; font-family: Arial;">O indicador de                    vendas da Associação dos Revendedores de Veículos Automotores                    no Estado de São Paulo (Assovesp) e do Sindicato do Comércio                    Varejista de Veículos Usados no Estado de São Paulo (Sindiauto)                    aponta 2008 como o melhor ano da história do segmento de                    revendas de veículos no Brasil. As vendas do setor totalizaram                    1,039 milhão de unidades no primeiro semestre do ano, o que                    significa um crescimento de 47,54% em relação a igual período                    de 2007 e o melhor nível de negócios nos 15 anos em que a                    pesquisa é realizada.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: xx-small; font-family: Arial;">As vendas de                    carros populares no Estado cresceram 49,9% no período (742,9                    mil negócios), impulsionando o indicador. O segmento de                    caminhões apresentou alta de 17,97% (33,9 mil unidades). Entre                    as motocicletas, entretanto, houve uma queda de 2,86% (57,9                    mil contratos).</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: xx-small; font-family: Arial;">O levantamento                    aponta que o preço médio dos automóveis subiu 0,27% de janeiro                    a junho. Nesse caso, o avanço foi puxado pela alta de 1,27% no                    preço dos carros populares. As motos apresentaram                    desvalorização de 2,37%, enquanto os preços dos caminhões                    tiveram elevação média de 4,60%.</span></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size: xx-small; font-family: Arial;">Junho</span></strong></p>
<p align="justify"><span style="font-size: xx-small; font-family: Arial;">Em junho, o                    comércio de veículos usados no Estado de São Paulo registrou                    178.756 negócios, alta de 39,85% em relação a junho de 2007.                    Na comparação com maio, a expansão foi de apenas 0,46%. As                    vendas de veículos populares somaram 129,2 mil unidades. A                    venda de motos somou 9,2 mil unidades no mês passado, alta de                    3,04% em relação a junho de 2007. No segmento de caminhões, os                    negócios apresentaram expansão de 12,26%, para 5,9 mil                    negócios. </span></p>
</div>
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		<title>Fabricante de máquinas vira importador</title>
		<link>http://truckshopping.com.br/novidades/2008/06/18/fabricante-de-maquinas-vira-importador/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 23:38:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARQUIVO]]></category>
		<category><![CDATA[Abimaq]]></category>
		<category><![CDATA[CSA]]></category>
		<category><![CDATA[Maquinas]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado & Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[A importação crescente de máquinas e equipamentos tem forçado vários produtores nacionais a mudar de ramo. A perda de competitividade diante dos bens de capital que entram no País a preços menores, beneficiados pelo real sobrevalorizado, levou várias empresas a parar com a fabricação e utilizar toda experiência e conhecimento do mercado para se dedicar à importação e comercialização de máquinas. Segundo José Velloso Dias Cardoso, vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), vários associados se desligaram da entidade por este motivo. Este processo ocorre nos segmentos de máquinas para a indústria de plásticos, máquinas operatrizes, componentes hidraulicos, eletrônicos e pneumáticos e de grandes máquinas especiais como retomadoras, empilhadeiras e descarregadoras de navios. Velloso não cita nomes de empresas mas confirma que &#8220;vários fabricantes de máquinas que perderam a competitividade por causa do câmbio, deixaram a entidade e passaram a ser importadores&#8221;. O Brasil não produz todos os bens de capital seriados necessários para o seu parque produtivo. Tanto que a lista de ex-tarifários conta com 3.5 mil itens referentes a equipamentos que podem ser adquiridos no mercado externo com alíquota zero por falta de fornecedor local. O problema que afeta a indústria no momento é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana;"> </span>A importação crescente de máquinas e        equipamentos tem forçado vários produtores nacionais a mudar de ramo. A        perda de competitividade diante dos bens de capital que entram no País a        preços menores, beneficiados pelo real sobrevalorizado, levou várias        empresas a parar com a fabricação e utilizar toda experiência e        conhecimento do mercado para se dedicar à importação e comercialização de        máquinas. Segundo José Velloso Dias Cardoso, vice-presidente da Associação        Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), vários        associados se desligaram da entidade por este motivo.</p>
<p align="justify">Este processo ocorre nos        segmentos de máquinas para a indústria de plásticos, máquinas operatrizes,        componentes hidraulicos, eletrônicos e pneumáticos e de grandes máquinas        especiais como retomadoras, empilhadeiras e descarregadoras de navios.        Velloso não cita nomes de empresas mas confirma que &#8220;vários fabricantes de        máquinas que perderam a competitividade por causa do câmbio, deixaram a        entidade e passaram a ser importadores&#8221;.</p>
<p align="justify">O Brasil não produz todos        os bens de capital seriados necessários para o seu parque produtivo. Tanto        que a lista de ex-tarifários conta com 3.5 mil itens referentes a        equipamentos que podem ser adquiridos no mercado externo com alíquota zero        por falta de fornecedor local. O problema que afeta a indústria no momento        é o da substituição direta das máquinas disponíveis no País por produtos        importados.</p>
<p align="justify">Esta pressão não foi        capaz de tirar o setor da rota de crescimento. Com a demanda aquecida, o        setor deverá registrar uma expansão de 14% em 2008 e superar os R$ 60        bilhões de faturamento do ano passado. As projeções que preocupam Velloso        são as que indicam que haverá um aumento de 70% na entrada de máquinas e        equipamentos do exterior. &#8220;O câmbio afeta nosso crescimento&#8221;, declara.</p>
<p align="justify">Os dados da balança        comercial setorial mostram que o déficit de 2008 deverá ficar entre US$ 12        e US$ 14 bilhões, superando o resultado negativo de 2007 (US$ 4 bilhões) e        o de 2006 (US$ 600 milhões). Esta estimativa se apóia nos valores        acumulados no primeiro trimestre deste ano, cuja soma fechou em US$ 3        bilhões. Os países de origem da maioria das máquinas importadas são os        Estados Unidos, Alemanha e China. O avanço mais significativo vem dos        chineses que estavam na 15ª posição do ranking de fornecedores        estrangeiros e passaram para o 3º posto. &#8220;O mercado de extrusoras para        plástico é dos chineses hoje. Eles detêm 90% deste mercado, antes era        zero&#8221;, afirma.</p>
<p align="justify">Velloso comenta que um        megaprojeto como o da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) realizado        no Rio de Janeiro, tem quase a totalidade de seus equipamentos vindos da        China. As exceções são as máquinas utilizadas no pátio de movimentação de        materiais e algumas partes menores da usina. O grupo MMX também está        substituindo um fornecedor de bombas brasileiro por uma indústria da        chinesa. O principal motivo é o preço que chega a ser 35% mais baixo e        representa um fator determinante para a perda de espaço dos fabricantes        nacionais.</p>
<p align="justify">&#8220;Estamos também com        problemas com o aço e rolamentos&#8221;, diz Velloso. As dificuldades com        rolamentos se referem à escassez mundial deste tipo de componente. A        questão do aço, segundo o vice-presidente da Abimaq, deve-se à forma como        o insumo é tratado no Brasil. A indústria de máquinas e equipamentos não é        afetada pela exportação de aço em placas nem pelo custo do produto        laminado, utilizado pelas montadoras de veículos e de eletrodomésticos de        linha branca.</p>
<p align="justify">Os aços especiais, de        alta liga, forjados e trefilados ficam mais caros pelo processo de        construção dos preços. &#8220;O preço do aço no Brasil é o praticado no mundo,        mais 14% de alíquota de importação e 15% de custo de compra do produto&#8221;,        diz Velloso. &#8220;Apesar de ter uma indústria local, estamos condenados a        pagar 30% mais caro no Brasil&#8221;. Os preços finais do insumo ficam 30% acima        do aço europeu e entre 50% e 60% maiores em relação ao da China,        informa.</p>
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		<title>Mercedes vai cuidar da frota da Luft</title>
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		<pubDate>Thu, 29 May 2008 01:01:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira MTB 55.797/sp</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fonte: Gazeta Mercantil O Grupo Luft, um dos maiores transportadores e operadores logísticos do País &#8211; com faturamento previsto de R$ 1 bilhão em 2010 &#8211; começa junho com metade de sua frota operando sob manutenção entregue aos cuidados dos concessionários Mercedes-Benz. O dentista Mário Luft, presidente do conselho de administração do conglomerado de 4,4 mil funcionários e frota total de 1,6 mil caminhões, que trocou o consultório dentário pelo transporte por entender que nessa atividade havia mais chance de realizações, considera que a decisão de operar com manutenção terceirizada deverá causar polêmica. &#8220;Foi uma virada de mesa nas minhas convicções. Tenho quase certeza que depois dessa reportagem publicada, vou receber ligações de muitas pessoas perguntando se a decisão é mesmo para valer&#8220;. É para valer, foi assinada e tem duração de cinco anos. Cobre todos os caminhões com motores eletrônicos do grupo &#8211; cerca de 750 unidades &#8211; mais 47 ônibus, com injeção eletrônica, pertencentes à Leads Transportes, operadora de fretamento da filha de Mário, Andrea Luft. Por R$ 12 milhões por ano o grupo terá serviços e peças cobertos &#8211; da simples troca de uma lâmpada a reparos na suspensão até intervenções em motores e caixas de câmbio. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana; font-size: xx-small;"><strong>Fonte:</strong><br />
Gazeta Mercantil </span></p>
<p>O        Grupo Luft, um dos maiores transportadores e operadores logísticos do País        &#8211; com faturamento previsto de R$ 1 bilhão em 2010 &#8211; começa junho com        metade de sua frota operando sob manutenção entregue aos cuidados dos        concessionários Mercedes-Benz.</p>
<p align="justify">O dentista Mário Luft,        presidente do conselho de administração do conglomerado de 4,4 mil        funcionários e frota total de 1,6 mil caminhões, que trocou o consultório        dentário pelo transporte por entender que nessa atividade havia mais        chance de realizações, considera que a decisão de operar com manutenção        terceirizada deverá causar polêmica. &#8220;<em>Foi uma virada de mesa nas minhas        convicções. Tenho quase certeza que depois dessa reportagem publicada, vou        receber ligações de muitas pessoas perguntando se a decisão é mesmo para        valer</em>&#8220;.</p>
<p align="justify">É para valer, foi        assinada e tem duração de cinco anos. Cobre todos os caminhões com motores        eletrônicos do grupo &#8211; cerca de 750 unidades &#8211; mais 47 ônibus, com injeção        eletrônica, pertencentes à Leads Transportes, operadora de fretamento da        filha de Mário, Andrea Luft.</p>
<p align="justify">Por R$ 12 milhões por ano        o grupo terá serviços e peças cobertos &#8211; da simples troca de uma lâmpada a        reparos na suspensão até intervenções em motores e caixas de câmbio.        &#8220;<em>Cobre peças e serviços. Os únicos itens não abrangidos pelo contrato de        manutenção com a Mercedes-Benz são funilaria, lavagem e lubrificação e        borracharia, que ficarão sob nossa responsabilidade</em>&#8220;, diz o presidente do        conselho do conglomerado.</p>
<p align="justify">Em São Paulo e Rio, onde        os executores do contrato são os concessionários (Mercedes-Benz) Itatiaia        e Guanabara Diesel, respectivamente, a operação será feita &#8221;in house&#8221;,        ou seja, o pessoal de manutenção dos concessionários atuará nas garagens        do Grupo Luft. &#8220;<em>Isso foi um dos pontos que discutimos com cuidado, pois        entendemos que o tempo de deslocamento das nossas garagens às oficinas das        concessionárias seria fator contraproducente</em>&#8220;. Itatiaia e Guanabara        Diesel, em suas áreas, cobrirão 70% das necessidades de manutenção da        frota do grupo. Outras revendas, em Goiânia, Cuiabá, Londrina e Porto        Alegre se encarregarão também da manutenção da frota do grupo.</p>
<p align="justify">Mário Luft, ao reconhecer        que a empresa cresceu muito &#8211; em 1995 faturava R$ 10,.5 milhões, 1% do        valor previsto para 2010 &#8211; admite que ele, como criador da manutenção        própria, precisava assumir outras responsabilidades. &#8220;<em>Precisamos ter mais        tempo para as decisões estratégicas</em>&#8221; &#8211; tarefa que divide com os filhos        Luciano e Fernando e o irmão, Ademar Luft. &#8220;<em>Foi muito bem pensado. A        Mercedes sabe como operamos, termos motoristas muito bem treinados, frota        nova, enfim, ela não está correndo riscos</em>&#8220;, diz, para contar um detalhe.        &#8220;<em>Tanto assim que em nosso contrato receberemos todo final de mês relatório        sobre o executado e os custos. Está previsto que se o valor a ser pago        mensalmente estiver acima do custo da execução, seremos reembolsados</em>&#8220;.</p>
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