<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Truckshopping::Notícias do Mundo dos Caminhões &#187; CSA</title>
	<atom:link href="http://truckshopping.com.br/novidades/tag/csa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://truckshopping.com.br/novidades</link>
	<description>Todas as noticias sobre Veículos Pesados aqui.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 28 Apr 2010 23:51:21 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.6</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Fabricante de máquinas vira importador</title>
		<link>http://truckshopping.com.br/novidades/2008/06/fabricante-de-maquinas-vira-importador/</link>
		<comments>http://truckshopping.com.br/novidades/2008/06/fabricante-de-maquinas-vira-importador/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 23:38:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nivaldo Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Abimaq]]></category>
		<category><![CDATA[CSA]]></category>
		<category><![CDATA[Maquinas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://truckshopping.com.br/novidades/?p=16</guid>
		<description><![CDATA[ A importação crescente de máquinas e        equipamentos tem forçado vários produtores nacionais a mudar de ramo. A        perda de competitividade diante dos bens de capital que entram no País a        preços menores, beneficiados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: xx-small; font-family: Verdana;"> </span>A importação crescente de máquinas e        equipamentos tem forçado vários produtores nacionais a mudar de ramo. A        perda de competitividade diante dos bens de capital que entram no País a        preços menores, beneficiados pelo real sobrevalorizado, levou várias        empresas a parar com a fabricação e utilizar toda experiência e        conhecimento do mercado para se dedicar à importação e comercialização de        máquinas. Segundo José Velloso Dias Cardoso, vice-presidente da Associação        Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), vários        associados se desligaram da entidade por este motivo.</p>
<p align="justify">Este processo ocorre nos        segmentos de máquinas para a indústria de plásticos, máquinas operatrizes,        componentes hidraulicos, eletrônicos e pneumáticos e de grandes máquinas        especiais como retomadoras, empilhadeiras e descarregadoras de navios.        Velloso não cita nomes de empresas mas confirma que &#8220;vários fabricantes de        máquinas que perderam a competitividade por causa do câmbio, deixaram a        entidade e passaram a ser importadores&#8221;.</p>
<p align="justify">O Brasil não produz todos        os bens de capital seriados necessários para o seu parque produtivo. Tanto        que a lista de ex-tarifários conta com 3.5 mil itens referentes a        equipamentos que podem ser adquiridos no mercado externo com alíquota zero        por falta de fornecedor local. O problema que afeta a indústria no momento        é o da substituição direta das máquinas disponíveis no País por produtos        importados.</p>
<p align="justify">Esta pressão não foi        capaz de tirar o setor da rota de crescimento. Com a demanda aquecida, o        setor deverá registrar uma expansão de 14% em 2008 e superar os R$ 60        bilhões de faturamento do ano passado. As projeções que preocupam Velloso        são as que indicam que haverá um aumento de 70% na entrada de máquinas e        equipamentos do exterior. &#8220;O câmbio afeta nosso crescimento&#8221;, declara.</p>
<p align="justify">Os dados da balança        comercial setorial mostram que o déficit de 2008 deverá ficar entre US$ 12        e US$ 14 bilhões, superando o resultado negativo de 2007 (US$ 4 bilhões) e        o de 2006 (US$ 600 milhões). Esta estimativa se apóia nos valores        acumulados no primeiro trimestre deste ano, cuja soma fechou em US$ 3        bilhões. Os países de origem da maioria das máquinas importadas são os        Estados Unidos, Alemanha e China. O avanço mais significativo vem dos        chineses que estavam na 15ª posição do ranking de fornecedores        estrangeiros e passaram para o 3º posto. &#8220;O mercado de extrusoras para        plástico é dos chineses hoje. Eles detêm 90% deste mercado, antes era        zero&#8221;, afirma.</p>
<p align="justify">Velloso comenta que um        megaprojeto como o da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) realizado        no Rio de Janeiro, tem quase a totalidade de seus equipamentos vindos da        China. As exceções são as máquinas utilizadas no pátio de movimentação de        materiais e algumas partes menores da usina. O grupo MMX também está        substituindo um fornecedor de bombas brasileiro por uma indústria da        chinesa. O principal motivo é o preço que chega a ser 35% mais baixo e        representa um fator determinante para a perda de espaço dos fabricantes        nacionais.</p>
<p align="justify">&#8220;Estamos também com        problemas com o aço e rolamentos&#8221;, diz Velloso. As dificuldades com        rolamentos se referem à escassez mundial deste tipo de componente. A        questão do aço, segundo o vice-presidente da Abimaq, deve-se à forma como        o insumo é tratado no Brasil. A indústria de máquinas e equipamentos não é        afetada pela exportação de aço em placas nem pelo custo do produto        laminado, utilizado pelas montadoras de veículos e de eletrodomésticos de        linha branca.</p>
<p align="justify">Os aços especiais, de        alta liga, forjados e trefilados ficam mais caros pelo processo de        construção dos preços. &#8220;O preço do aço no Brasil é o praticado no mundo,        mais 14% de alíquota de importação e 15% de custo de compra do produto&#8221;,        diz Velloso. &#8220;Apesar de ter uma indústria local, estamos condenados a        pagar 30% mais caro no Brasil&#8221;. Os preços finais do insumo ficam 30% acima        do aço europeu e entre 50% e 60% maiores em relação ao da China,        informa.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://truckshopping.com.br/novidades/2008/06/fabricante-de-maquinas-vira-importador/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
