Categoria: Logistíca

70 ENTIDADES-REPRESENTATIVAS- DO -SETOR -DE-TRANSPORTES – PEDEM – RENÚNCIA – DE – DILMA

Os limites da governabilidade foram ultrapassados. Exige-se uma solução rápida para que a vida do país volte ao normal. O ideal é que ela parta da própria presidente da República, com a grandeza que se espera dos estadistas nos momentos de grave crise, mediante renúncia que servirá para pacificar a nação. O poder não é um fim em si mesmo. Ele só faz sentido com o consentimento e o apoio da maioria da sociedade, o que, notoriamente, deixou de existir. Não ocorrendo a renúncia, o setor de transporte e logística passará a apoiar fortemente o impeachment, sempre com observância da ordem constitucional.

LOGÍSTICA – Hidrovia Tietê-Paraná será reaberta após dois anos fechada pela seca

A Marinha do Brasil decidiu desinterditar a hidrovia Tietê-Paraná após a divulgação do nível no reservatório de Três Irmãos feita pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) e o Departamento Hidroviário de São Paulo. Na última semana, o nível no reservatório atingiu 326,40 m acima do nível mínimo necessário para a retomada da navegação, que é de 325,40 m. Já o calado (profundida segura) mínimo para a navegação deve ser de 2,70 m

CAMINHONEIROS AMEAÇAM GREVE E PREOCUPAM GOVERNO FEDERAL

Desta vez, a ordem da presidente é monitorar os movimentos para que o governo não seja pego de surpresa.

Segundo o comunicado, os principais movimentos que pedem o impeachment da presidente Dilma Rousseff, como o Vem Pra Rua, o Revoltados Online e o MBL (Movimento Brasil Livre), apoiam a paralisação da classe.

Esse apoio é outra preocupação do Planalto, porque pode gerar uma agenda política negativa no momento em que perdeu força, dentro do Congresso, a estratégia da oposição para tentar abrir um processo de impedimento contra a presidente.

CAMINHÕES COM SOJA E MILHO LIDERAM ACIDENTES NAS ESTRADAS

São cerca de 100 mil acidentes com caminhões por ano e a impressionante estatística de quase 11 motoristas de caminhão mortos por dia.

Os dados da Pancary apontam que o alto índice de acidentes no transporte de grãos é puxado pela contratação de motoristas autônomos, responsáveis por transportar cerca de 80% desse tipo de carga. Esses motoristas ganham por cada jornada.

TECNOLOGIA EXIGE MAIOR QUALIFICAÇÃO DOS MOTORISTAS DE CAMINHÃO

No cenário atual, em que há falta de mão de obra no setor, poucos podem dar-se ao luxo de contratar apenas motoristas que já possuam esse tipo de conhecimento e atualização. Segundo o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs), Sérgio Gonçalves Neto, o déficit de condutores no Brasil, que chegou a quase 100 mil vagas, dá sinais de ligeira queda, principalmente após o fim das principais obras para a Copa do Mundo,

LOGÍSTICA – Dirigíveis para transporte de carga já é realidade e atrai empresas para expandir negócios

O apoio do banco a esse tipo de modal já foi corroborado, com o financiamento de R$ 100 milhões para a empresa Airship do Brasi, que está construindo uma fábrica em São Carlos (SP) para fabricar dirigíveis com capacidade de transportar até 200 toneladas de equipamentos e terá atuação nas regiões Norte e Nordeste. A empresa também recebeu apoio da agência de fomento Investe São Paulo. Um dos clientes é a Eletronorte, que usará os dirigíveis para transporte de equipamentos na região Norte do país.

LOGÍSTICA – Google testa entregas usando drones e deixa indústria otimista

Ainda existem obstáculos para usar os drones para entregar encomendas. A FAA proíbe efetivamente quase todo seu uso comercial nos EUA. A lei pode mudar nos próximos anos, mas a FAA tem afirmado que, no futuro próximo, vai exigir que pilotos controlem os drones, o que prejudicaria a questão econômica das entregas.

Os drones precisam de melhores ferramentas de navegação para evitar choques contra pessoas, árvores, fios de energia, pássaros e outros drones. E precisam de baterias mais potentes para fazer entregas em distâncias maiores que poucos quilômetros.

CUSTO BRASIL – Pedágio e roubo de cargas é o que mais preocupa

Ele dá como exemplo suas carretas que gastam todo dia R$ 248 de pedágio na ida de São Paulo a Ribeirão Preto e outros R$ 248 na volta. Ou seja, são R$ 496 por dia de pedágio nessa viagem. “Como eu faço esse itinerário 22 vezes por mês, o gasto é de R$ 10,9 mil mensais com pedágio”, diz, esclarecendo que o preço de um conjunto, cavalo mecânico e uma carreta, de cinco eixos é de aproximadamente R$ 350 mil. “Se a gente dividir R$ 350 mil por R$ 10,9 mil vai chegar a um número parecido com 32”, prossegue o empresário, inferindo que em de menos de três anos terá entregado, em pedágio para a concessionária, um valor suficiente para comprar um novo caminhão.