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MUSAS da BOLÉIA PROGRAMA DE TV TRUCK SHOPPING

Por Nivaldo Ferreira () com 4 comentários

O PROGRAMA DE TV TRUCK SHOPPING   ESTA COM NOVO PROJETO PARA 2010.

O projeto novo do programa de TV  TRUCK incluirá novos quadros de entretenimento, e um deles  será  o concurso cultural  “MUSA da Boléia” .

Semanalmente  será apresentado o video de uma candidata , que receberá os votos  dos telespectadores  e dessa forma  será eleita  uma  Musa da Boléia por mês  e no final do ano  será eleita  a “MUSA da Boléia do Ano ”

O quadro terá patrocinadode um parceiro  do programa, que na ocasião  divulgará  os beneficios oferecidos  à candidatas escolhidas pelos telespectadores

Se você é bonita , inscreva-se .

Envie-nos   seus dados, fotos  e se tiver videos  para o endereço abaixo e conte-nos porque gostaria de ser MUSA DA BOLÉIA.

Fotos  e/ou  videos :
De corpo inteiro de biquini e vestida ,  e close  de rosto
Cenas preferencialmente ( não obrigatório)   em ambiente e/ou fundo com motivos  de transporte ( caminhões, estrada, oficinas, pilhas de pneus de caminhão,  etc..)
As interessadas deverão ser maiores de 18 anos  ou completarem a maioridade  na ocasião da exibição do programa.

ENVIAR  PARA O E-MAIL:
tv@truckshopping.com.br
assunto: Musa da  Boléia

OBS:
As fotos das canditas serão inseridas no blog ;  http://musadaboleia.blogspot.com/  para apreciação dos visitantes e das próprias candidatas , que poderão fazer seus comentários  no próprio blog

As candidatas  selecionadas na ocasião adequada serão contatadas por nossa equipe  para filmagens e assinatura  das autorizações  para a  participação do concurso na TV.

Procaminhoneiro, aumenta procura por caminhões e provoca fila de espera.

Por Nivaldo Ferreira () Sem Comentários

Criado há três anos sem ter alcançado muitos resultados, o programa Procaminhoneiro, do BNDES, abaixou o juros do financiamento do caminhão zero kilometro, e do caminhão usado para 4,5% a.a.. Com isso o programa decolou, aumentando a procura.

Segundo o Gerente de Marketing da Ford, Cláudio Terciano, diz que 90% dos financiamentos de caminhões feito pela Ford vem do FINAME, e desses 30% vem do Procaminhoneiro.

Autonômos e Micro-empresários enfrentam fila para compra de um novo Caminhão, que pode chegar a três meses. De Agosto até 19 deste mês, o programa aprovou R$ 381 milhões em novas operações, contra R$ 341 milhões no ano passado.

Como já foi anunciado aqui, o Governo baixou em mais de 60%  a taxa de juros, subsidiando a deficit. Aumentou o prazo de pagamento para oito anos, e aumentou a linha de credito do programa em 80% chegando agora a R$ 80 bilhões.

Maiores Informações
Maiores informações podem ser conseguidas no próprio site do BNDES, mas também estamos preparando um especial sobre o assunto.

Hora de Renovar
Por enquanto o prazo dessas novas condições é até dia 31 de dezembro. Então a hora de renovação da frota é agora, já que o governo não anunciou nenhuma prorrogação nessas condições especiais.

Escrito por Nivaldo Ferreira

outubro 27th, 2009 às 3:51 pm

Mercado de Caminhões Usados tem Crescimento de 11%

Por Nivaldo Ferreira () Sem Comentários

O mercado de caminhões na primeira quinzena de Outubro teve crescimento de 11,12% se comparado ao mesmo periodo do ano passado.

Foram comercializadas 360.117 veículos desse segmento nesse periodo, sendo 14.153 caminhões e 2.044 Ônibus.

Implementos Rodoviários

No segmento de implementos rodoviários usados, os negócios envolveram 2,2 mil unidades, um aumento de 8,83% sobre a primeira metade de Setembro.

Incentivo Governamental ao Financiamento

Os novos incentivos concedidos pelo governo para o financiamento de caminhões devem, segundo Reze, ter impacto a partir de 2010, quando também o setor de motocicletas deve se recuperar em função do fim do temor do desemprego e do crescimento do País que, para ele, deve chegar ao mínimo de 3% sobre 2009. Para Sérgio Reze, “se nada de negativo acontecer no cenário interno e internacional, o pior já passou”, conclui.

Lider do Setor

No setor de novos a Volkswagen continua lider  com  uma fatia de 30,98% seguida por:

Mercedes-Benz – 28,08%
Ford – 18,51%
Volvo – 7,89%
Iveco – 6,98%
Scania – 6,97%

Aproveite a oportunidade

Com a volta do crescimento do mercado essa é a hora de realizar bons negócios, vá na nossa área de usados (Shopping) e faça ótimos negocios. Tanto para compra quanto para a venda de usados.

Escrito por Nivaldo Ferreira

outubro 22nd, 2009 às 4:26 pm

Truckshopping lança mais opção de bons negócios

Por Nivaldo Ferreira () Sem Comentários

Em Associação com o Mercado Livre, o Truckshopping lança mais uma opção de Compra e Venda do seu Usado, o Truckshopping lança o Shopping dos Pesados powered by Mercado Livre.

Lá você terá acesso a todos os Veiculos anunciados no Mercado Livre, com a facilidade de estar tudo em um só lugar já categorizado para você que procura veículos no segmento de pesados.

Tudo feito pensando em você, que pretende sempre fazer ótimos negócios.

Para acessar nosse novo shopping, basta clicar na barra de munu, no Botão ou shopping.

Experimente, e venha nos contar sua opinião

Escrito por Nivaldo Ferreira

outubro 17th, 2009 às 2:49 am

Mercado de implementos rodoviários registra retração de 22,39%

Por Nivaldo Ferreira () Sem Comentários

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Mercado de implementos rodoviários registra retração de 22,39% nos primeiros cinco meses de 2009

“Vendas poderiam ser piores não fosse a redução do IPI”, diz Campos

As exportações de janeiro a abril sofreram queda de 64,31%
Vendas internas de reboques e semirreboques caíram 33,91%
Comercialização de carroçaria s sobre chassi recua 13,37%

O desaquecimento dos mercados agrícola, sucroalcooleiro, construção, carga geral e outras categorias de negócios puxam para baixo as vendas de implementos rodoviários, produtos que sofrem diretamente os reflexos negativos ou positivos do setor de caminhões. Nos primeiros cinco meses de 2009, as vendas globais do segmento fecharam com queda de 22,39% em relação ao mesmo período de 2008, quando consideradas todas as famílias. No período foram emplacadas 40.146 unidades, ante 51.727 em igual período do ano passado.

LINHA PESADA REGISTRA QUEDA DE 33,91%
De acordo com o Departamento de Estatísticas da ANFIR (Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários), o mercado de implementos pesados (reboques e semirreboques) registrou queda de 33,91%, foram 15.008 unidades comercializadas de janeiro a maio de 2009, ante as 22.708 unidades adquiridas nos primeiros cinco meses de 2008.

O segmento basculante apresentou diminuição de 31,83% em relação às 2.240 unidades adquiridas em igual período de 2008. As vendas de graneleiro/carga seca ficaram 41,34% abaixo das 8.501 unidades vendidas de janeiro a maio do ano passado e os canavieiros registraram retração de 26,09% em comparação aos 2.901 implementos absorvidos pelo mercado nos primeiros cinco meses de 2008. A família de baús registrou queda com relação ao : modelo lonado de 70,02%; o de carga geral retração de 55,99% e frigorífico encerrou o período com baixa de 44,17%.

LINHA LEVE APRESENTA QUEDA DE 13,37%
Os fabricantes da linha leve – carroçarias sobre chassis – registraram queda nas vendas de 13,37% nos cinco primeiros meses de 2009. De janeiro a maio deste ano, as fábricas de implementos comercializaram 25.138 unidades, contra 29.019 unidades emplacadas no mesmo período do ano passado.

EXPORTAÇÕES CAEM 64,31%
Segundo Rafael Wolf Campos, presidente da ANFIR, as vendas domésticas continuam sendo o carro-chefe do setor de implementos rodoviários, mas as exportações são extremamente importantes para manter o bom desempenho do segmento.. “De janeiro a abril de 2009, no entanto, nossas exportações somaram 828 unidades, resultado 64,31% abaixo das 2.320 unidades exportadas em igual período do ano passado, quando fechamos o exercício com 7.230 unidades exportadas e um crescimento de 2,45% sobre 2007
Para o diretor-executivo da ANFIR, Mário Rinaldi, a continuar neste compasso, as vendas externas de 2009 fecharão o ano em queda em relação a 2008. “Uma pena considerando o desempenho do setor nos últimos três anos. Em 2006, a indústria exportou 1,02% mais que em 2005. Em 2007 exportamos 33% acima do volume do ano anterior e no ano passado nossas vendas externas cresceram 2,45%”, lembra Rinaldi.

Segundo Campos, a queda dos mercados interno e externo fez a carteira de pedidos do setor despencar. Hoje, ela está bem abaixo da que existia na indústria de implementos até agosto de 2008, quando a média de encomendas girava em torno de 45 a 60 dias. “Houve momentos, em que diversas associadas tiveram níveis de encomendas acima de três meses. Hoje estamos trabalhando com cerca de 60 a 70% da capacidade instalada, esses números poderiam ser piores caso não houvesse a redução do IPI (Importo sobre Produtos Industrializados) no segundo trimestre de 2009”, conclui.

Fonte:Redação ANFIR – Assoc. Nac. Fabr. Impl. Rod.

BNDES – Altera linha de financiamento de 80% para 100% para Caminhões , Implementos Rodoviários e Ônibus

Por Nivaldo Ferreira () com 56 comentários

No ultimo dia 09 de janeiro o superintendente do BNDS – Banco Nacional de Desenvolvimento Social , sr. Claudio Bernardo Guimarães de Moraes expediu  circular  alterando as regras vigentes e autorizando os Agentes de crédito do BNDS a aumentar o limite  de participação no financiamento de  80% para 100%, ou seja , financiamento integral para caminhões, ônibus, implementos rodoviários, tratores, etc..
Isto é um bom sinal  e podemos constatar  que as esferas do governo responsáveis pelo setor  estão atentos e ageis  às necessidades do mercado. São decisões importantes  num momento que não pode haver falhas ou morosidade  na estratégia da politica economica .
Veja a seguir conteúdo na integra da circular;

CIRCULAR Nº 05/2009
Rio de Janeiro, 09 de janeiro de 2009
Ref.: Produto FINAME (Circular n° 195, de 28.07.2006)
Ass.: Alteração na Linha de Financiamento Bens de Capital – Comercialização -Aquisição de Bens de Capital (BK AQUISIÇÃO), no âmbito do Produto FINAME

O Superintendente da Área de Operações Indiretas, consoante Resolução da Diretoria do BNDES, COMUNICA aos AGENTES FINANCEIROS as seguintes alterações na Linha Financiamento Bens de Capital – Comercialização – Aquisição de Bens de Capital (BK AQUISIÇÃO), exclusivamente na modalidade operacional de “Financiamento à Compradora”, no âmbito do Produto FINAME:

1. Aumento do nível de participação do BNDES, de 80% (oitenta por cento) para 100% (cem por cento), em operações que tenham como objetivo o financiamento à aquisição dos seguintes bens: ônibus, chassis e carrocerias para ônibus, caminhões, caminhões-trator, cavalos-mecânico, reboques, semi-reboques, chassis e carrocerias para caminhões, aí incluídos semi-reboques tipo dolly e afins, carros-fortes e equipamentos especiais adaptáveis a chassis, tais como plataformas, guindastes, betoneiras, compactadores de lixo e tanques;

2. As condições de financiamento referentes à parcela adicional de participação do BNDES, de até 20% (vinte por cento), nas operações de financiamento de que trata o item 1, deverão observar o disposto a seguir:

a) Custo Financeiro: 14,5% (catorze inteiros e cinqüenta centésimos por cento) ao ano;

b) Taxa de Intermediação Financeira: 0,5% (cinco décimos por cento) ao ano;

c) Remuneração Básica do BNDES: 0,9% (nove décimos por cento) ao ano; e

d) Remuneração da Instituição Financeira Credenciada: a ser negociada entre o Agente Financeiro e a Beneficiária.

3. As operações nas condições ora estabelecidas deverão ser submetidas, necessariamente, na Sistemática Operacional Convencional;

4. As novas condições ora previstas terão vigência até 31.03.2009.

Ficam alterados os itens 8.1.1, 8.4 e 10 da Circular n° 195, de 28.07.2006, mantidos os demais critérios, condições e procedimentos operacionais nela estabelecidos.

A referida Circular encontra-se disponível, na íntegra, devidamente atualizada, no endereço eletrônico do BNDES: www.bndes.gov.br

Os pedidos de financiamento nas condições estabelecidas na presente Circular deverão ser protocolados no BNDES, para homologação, a partir de 26.01.2009 e até 31.03.2009.

Esta Circular entra em vigor na presente data.

Claudio Bernardo Guimarães de Moraes

Superintendente

Área de Operações Indiretas

Escrito por Nivaldo Ferreira

janeiro 14th, 2009 às 10:58 am

Compra da VW Caminhões pela MAN, não tem nada a ver com crise

Por Nivaldo Ferreira () com 2 comentários

Editorial
16/12/2008
autor: Nivaldo Ferreira

É bom que se diga que o mercado estava indo muito bem no Brasil e por conta dos reflexos do mercado financeiro especulativo esta necessitando ajustes para continuarmos a produzir riquezas, empregos, e principalmente otimismo e vontade de trabalhar.

E para os pessimistas de plantão que a qualquer noticia já imaginam, ou pior traduzem e transmitem seu parecer de forma negativa e errônea , contaminando desta forma o otimismo dos influenciáveis que por sua vez não apuram e analisam corretamente o que lhes é “pinxado”.

A noticia recente da compra da VW Caminhões pela Alemã MAN neste momento gerou preocupações em alguns profissionais que atuam no mercado imaginando que a VW Caminhões poderia estar passando por alguma dificuldade diante da “crise”. Nas duas noticias a seguir vocês poderão confirmar que este negócio não tem nada a ver com a crise e muito pelo contrário e positivamente a MAN já estava querendo fazer este negocio a muito tempo antes de qualquer noticia de “crise” global, e contrariando os pessimistas a MAN e a VW acreditam na produção e na criação de novos negócios aqui em nosso pais .

Acredite numa única coisa ; a crise pode até existir , mas com certeza para os que acreditam nela e não são positivos o suficiente para supera-la.

MAN AG está de olho em caminhões da Volks no Brasil, diz jornal

19/07/2008 – 10h50

FRANKFURT (Reuters) – A fabricante de caminhões alemã MAN AG está estudando a compra da unidade de veículos comerciais da Volkswagen no Brasil, informou um jornal alemão.

“Essa é uma opção que está sendo estudada”, disse uma pessoa próxima à situação ao jornal Euro am Sonntag, em trechos divulgados antecipadamente neste sábado de um artigo que será publicado no domingo.

Um acerto pode ser feito neste ano, disse a fonte.

Fontes do ramo disseram à Reuters que a compra da unidade de veículos comerciais da Volks no Brasil é uma possibilidade para a MAN AG.

Um porta-voz da MAN AG afirmou que a empresa está em negociações com a VW sobre uma cooperação na América do Sul, mas um porta-voz da VW disse que não havia planos concretos de vender a unidade de veículos comerciais para a MAN AG.

O presidente-executivo da Volks, Martin Winterkorn, disse na sexta-feira que a montadora olharia possibilidades para uma cooperação mais próxima entre a MAN AG e a fabricante de caminhões sueca Scania nos próximos meses.

A Volks é dona de quase 30 por cento da MAN AG e controla 69 por cento dos votos na Scania.

(Reportagem de Peter Starck)

Grupo alemão MAN AG compra unidade brasileira da Volkswagen Caminhões

Valor Online
15/12/2008 12:11

SÃO PAULO – O grupo alemão MAN AG anunciou hoje a aquisição da divisão brasileira da Volkswagen Caminhões e Ônibus, que tem sua sede no município de Resende, no Rio de Janeiro. Pelo comunicado distribuído, a transação considerou o valor de 1,175 bilhão de euros para a empresa adquirida e deve ser concluída durante o primeiro trimestre de 2009.

O acordo permitirá à Volkswagen concentrar suas operações brasileiras no segmento de automóveis e comerciais leves, porém a empresa poderá se beneficiar da transação, visto que é a maior acionista individual do grupo MAN AG, com participação próxima a 30%.

Em nota, o presidente da MAN AG, Hakan Samuelsson, disse que a aquisição da Volkswagen Caminhões e Ônibus é ” um passo importante ” para a expansão do processo de internacionalização de sua empresa. ” Através do novo subgrupo, a MAN terá acesso ao importante mercado sul-americano ” , comentou o executivo.

Instalada em Resende desde 1996, a unidade da Volkswagen Caminhões e Ônibus produziu 47 mil unidades em 2007, direcionadas especialmente para os mercados da América Latina e para a África do Sul.

(Valor Online)

Escrito por Nivaldo Ferreira

dezembro 16th, 2008 às 12:29 pm

Crédito escasso já causa retração nas encomendas de caminhões

Por Nivaldo Ferreira () Sem Comentários

Gazeta Mercantil

Mercado aquecido, firme, com filas de espera até dias atrás, o setor de caminhões já sente os efeitos da crise americana. Uma das maiores operadoras rodoviárias do País, a Coopercarga, com sede em Concórdia (SC), adiou as compras de caminhões temporariamente.

“Tínhamos 80 caminhões negociados, mas com contrato ainda não fechado. Com o dinheiro escasso e mais caro, decidimos esperar os desdobramentos”, disse ontem à Gazeta Mercantil o presidente da Coopercarga, Dagnor Schneider.

A Zappellini, transportadora com previsão de faturar R$ 140 milhões neste ano, especializada em carga seca com sede em Lages (SC) também travou as compras, segundo o diretor da empresa, Gilberto Zappellini. “Tínhamos um saldo de 20 caminhões para receber e decidimos rever o negócio. Uma das causas para nossa decisão é o aumento no custo do dinheiro”, disse.

Segundo Dagnor Schneider, da Coopercarga, que reúne uma frota de 1,7 mil caminhões, o custo do dinheiro subiu tanto para compra de caminhões como para capital de giro. “Os bancos aumentaram as taxas. No capital de giro pagávamos CDI mais 0,12% e agora estão nos pedindo CDI mais 0,9%. Para nos defender estamos pedindo aos clientes que paguem os fretes com menor prazo”.

Eriodes Battistella, presidente da Assobrasc, associação que reúne os revendedores Scania, esteve ontem com a montadora para tratar das negociações para 2009. “Nosso número para o ano que vem por ora é de 9 mil caminhões, mil unidades a mais que venderemos em 2008. Sabemos que será difícil, mas ainda mantemos a previsão”;

Battistella disse que clientes estão adiando as compras neste momento. “Eles estão pedindo um tempo para definir os negócios. É natural que isso aconteça diante da indefinição da conjuntura e da elevação do custo do dinheiro.”

O presidente da Assobrasc disse que a entidade foi comunicada de um aumento de 7% no preço dos caminhões a partir do ano que vem. “Ponderamos junto à Scania que este percentual é elevado”, afirmou ele.

Se depender de Schneider, da Coopercarga, não haverá aumento. “Já pagamos reajuste de caminhão em 2008 por conta do aquecimento da demanda. Não temos mais como aceitar reajustes”, enfatizou.

Fonte: Gazeta Mercantil/Ariverson Feltrin | http://www.gazetamercantil.com.br/

Escrito por Nivaldo Ferreira

outubro 11th, 2008 às 1:57 pm

Recall para os Modelos Cargo é Anunciado pela Ford

Por Nivaldo Ferreira () Sem Comentários

A Ford convocou, em 13 de setembro, os proprietários dos caminhões modelo Cargo, ano de fabricação 2006 a 2008, abaixo identificados, a contatarem um distribuidor da marca para análise e, se necessária, a substituição do kit de engrenagens da sobremarcha do câmbio, que pode se quebrar e deixar o veículo sem tração – sujeito a acidentes

Ao todo, 1.555 caminhões e 244 kits de peças estão compreendidos no recall, segundo informou a Ford.

Os kits de engrenagens da sobremarcha envolvidos no recall, produzidos pela Eaton Ltda., possuem a numeração BG7X/7k177/BA/ e BG7X/7232/AA/.

Em comunicado, a montadora informa ter verificado a possibilidade de quebra da arruela da marcha a ré e da engrenagem da sobremarcha em razão de diferenças de tamanho dos produtos, com a possibilidade de causar dificuldade ou impossibilidade de troca de marchas, causando perda de tração do veículo, podendo provocar acidentes. 

A Ford convoca também os clientes que adquiriram o kit de engrenagens da 
sobremarcha Eaton nos balcões dos Distribuidores da Marca, no período de 
12/1/2007 a 13/8/2008 para que entrem em contato para receber as 
instruções necessárias

Segundo a Fundação Procon-SP, por haver chance de acidente, o atendimento deve ser de imediato. A entidade alerta ainda que “o recall envolve os modelos adquiridos da concessionária ou de pessoa física”.

Modelos Compreendidos no Recall

Cargo 4432e ano de fabricação 2006/2007 
Nº DE SÉRIE DOS CHASSIS 
6BB78640 a 7BB90368 
Cargo 4532e ano de fabricação 2007/2008 
Nº DE SÉRIE DOS CHASSIS 
7BB00513 a 9BB14534

Dados da FORD

0800 703 3673

www.ford.com.br

Escrito por Nivaldo Ferreira

setembro 16th, 2008 às 1:49 pm

Fila para caminhão novo, aquece mercado de Usados

Por Nivaldo Ferreira () Sem Comentários

As revendedoras de veículos já sentem o impacto da alta procura por caminhões. Em algumas lojas, as encomendas agendadas neste mês serão entregues apenas no fim do ano. Segundo a Federação Nacional de Distribuição da Distribuição dos Veículos Automotores no Paraná, (Fenabrave-PR), houve um aumento de cerca de 46% na venda de caminhões no estado em junho, na comparação com o mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, o crescimento foi de cerca de 33% em relação a 2007.

A Servopa Caminhões está com uma expectativa de crescimento de 30% em 2008 em relação ao ano passado, tendo como carros-chefes os modelos VW 8.150 Delivery, o VW 24250 Constellation e o VW 19320 Constellation. “Prevemos que este cenário se manterá nos próximos dois ou três anos e que, depois disso, o mercado se estabilizará. A diferença é que o novo patamar de estabilização será mais alto. Um exemplo disso é a própria Volkswagen que,  no segundo semestre,  começa a operar com um terceiro turno para ampliar a sua produção”, afirma Müller.

Preços

Além das filas, quem procura um caminhão estão enfrentando também uma alta nos preços. “Dependendo da marca, os valores subiram 20% no último ano. Por conta da alta demanda, as concessionárias têm retirado os descontos”, diz o presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logísticas do Paraná (Setcepar), Fernando Klein Nunes. “Nosso poder de negociação diminuiu muito e a remuneração não é suficiente para acompanhar o aumento dos custos”, diz. “Agora, os revendedores vão aproveitar para faturar ainda mais.”

Usados como Opção

O caminhoneiro Divonzir Marques Ramos entrou na fila de espera de uma concessionária para comprar um caminhão novo. Aguardou por seis meses e, sem nenhum retorno ou previsão de entrega do modelo, acabou desistindo. A opção foi comprar um modelo seminovo. “Fiquei apreensivo e não tinha nenhuma esperança de quando iria vir. Sou autônomo e não tenho como esperar, por isso, resolvi comprar de um outro colega.”

“Em comparação com 2007, tivemos um crescimento de 112% e de 55% na venda de seminovos e usados”, diz o gerente de vendas da Servopa Caminhões em Curitiba, Mário Canaã. “Dependendo do modelo e da quantidade, estamos com dificuldade em entregar rapidamente. A média de espera é de 90 dias.”

O indicador de vendas da Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado de São Paulo (Assovesp) e do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos Usados no Estado de São Paulo (Sindiauto) aponta 2008 como o melhor ano da história do segmento de revendas de veículos no Brasil. As vendas do setor totalizaram 1,039 milhão de unidades no primeiro semestre do ano, o que significa um crescimento de 47,54% em relação a igual período de 2007 e o melhor nível de negócios nos 15 anos em que a pesquisa é realizada. O segmento de caminhões apresentou alta de 17,97% (33,9 mil unidades).

Foram fechados 5.952 negócios com caminhões em junho, contra 5.609 no mês anterior, um aumento de 6,12%.

Dessas vendas, 78% foram financiadas em junho, contra 69% em maio. O prazo médio para este financiamento foi de 47 meses no mês, contra 42 meses no anterior. Já o saldo médio financiado foi de 72% em junho, contra 66% em maio e as trocas ficaram em 59% em junho, contra 45% no mês anterior. Os caminhos, segundo as entidades, valorizara em média, 0,99%.

Escrito por Nivaldo Ferreira

julho 28th, 2008 às 10:35 pm

CAMINHÕES Aumentaram as vendas.

Por Nivaldo Ferreira () Apenas um Comentário

Fonte:  Assovesp – Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado de São Paulo
5.952 negócios com caminhões em junho contra 5.609 em maio. AUMENTO igual a 6,12%.
78% dos negócios foram financiados em junho, contra 69% em maio.
Prazo médio de financiamento foi de 47 meses em junho, contra 42 meses em maio. Saldo médio financiado foi de 72% em junho, contra 66% em maio.
Trocas ficaram em 59% em junho, contra 45% em maio.

Caminhões, em média, valorizaram +0,99%.

COMENTÁRIOS
Apesar das boas notícias, no geral, os negócios nas Revendas Independentes no estado de São Paulo caíram, exceto no setor de caminhões

Escrito por Nivaldo Ferreira

julho 17th, 2008 às 8:25 pm

Revenda de carro usado tem melhor semestre da história

Por Nivaldo Ferreira () Sem Comentários

Agencia Estado

Agencia Estado

O indicador de vendas da Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado de São Paulo (Assovesp) e do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos Usados no Estado de São Paulo (Sindiauto) aponta 2008 como o melhor ano da história do segmento de revendas de veículos no Brasil. As vendas do setor totalizaram 1,039 milhão de unidades no primeiro semestre do ano, o que significa um crescimento de 47,54% em relação a igual período de 2007 e o melhor nível de negócios nos 15 anos em que a pesquisa é realizada.

As vendas de carros populares no Estado cresceram 49,9% no período (742,9 mil negócios), impulsionando o indicador. O segmento de caminhões apresentou alta de 17,97% (33,9 mil unidades). Entre as motocicletas, entretanto, houve uma queda de 2,86% (57,9 mil contratos).

O levantamento aponta que o preço médio dos automóveis subiu 0,27% de janeiro a junho. Nesse caso, o avanço foi puxado pela alta de 1,27% no preço dos carros populares. As motos apresentaram desvalorização de 2,37%, enquanto os preços dos caminhões tiveram elevação média de 4,60%.

Junho

Em junho, o comércio de veículos usados no Estado de São Paulo registrou 178.756 negócios, alta de 39,85% em relação a junho de 2007. Na comparação com maio, a expansão foi de apenas 0,46%. As vendas de veículos populares somaram 129,2 mil unidades. A venda de motos somou 9,2 mil unidades no mês passado, alta de 3,04% em relação a junho de 2007. No segmento de caminhões, os negócios apresentaram expansão de 12,26%, para 5,9 mil negócios.

Escrito por Nivaldo Ferreira

julho 7th, 2008 às 8:27 pm

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Fabricante de máquinas vira importador

Por Nivaldo Ferreira () Sem Comentários

A importação crescente de máquinas e equipamentos tem forçado vários produtores nacionais a mudar de ramo. A perda de competitividade diante dos bens de capital que entram no País a preços menores, beneficiados pelo real sobrevalorizado, levou várias empresas a parar com a fabricação e utilizar toda experiência e conhecimento do mercado para se dedicar à importação e comercialização de máquinas. Segundo José Velloso Dias Cardoso, vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), vários associados se desligaram da entidade por este motivo.

Este processo ocorre nos segmentos de máquinas para a indústria de plásticos, máquinas operatrizes, componentes hidraulicos, eletrônicos e pneumáticos e de grandes máquinas especiais como retomadoras, empilhadeiras e descarregadoras de navios. Velloso não cita nomes de empresas mas confirma que “vários fabricantes de máquinas que perderam a competitividade por causa do câmbio, deixaram a entidade e passaram a ser importadores”.

O Brasil não produz todos os bens de capital seriados necessários para o seu parque produtivo. Tanto que a lista de ex-tarifários conta com 3.5 mil itens referentes a equipamentos que podem ser adquiridos no mercado externo com alíquota zero por falta de fornecedor local. O problema que afeta a indústria no momento é o da substituição direta das máquinas disponíveis no País por produtos importados.

Esta pressão não foi capaz de tirar o setor da rota de crescimento. Com a demanda aquecida, o setor deverá registrar uma expansão de 14% em 2008 e superar os R$ 60 bilhões de faturamento do ano passado. As projeções que preocupam Velloso são as que indicam que haverá um aumento de 70% na entrada de máquinas e equipamentos do exterior. “O câmbio afeta nosso crescimento”, declara.

Os dados da balança comercial setorial mostram que o déficit de 2008 deverá ficar entre US$ 12 e US$ 14 bilhões, superando o resultado negativo de 2007 (US$ 4 bilhões) e o de 2006 (US$ 600 milhões). Esta estimativa se apóia nos valores acumulados no primeiro trimestre deste ano, cuja soma fechou em US$ 3 bilhões. Os países de origem da maioria das máquinas importadas são os Estados Unidos, Alemanha e China. O avanço mais significativo vem dos chineses que estavam na 15ª posição do ranking de fornecedores estrangeiros e passaram para o 3º posto. “O mercado de extrusoras para plástico é dos chineses hoje. Eles detêm 90% deste mercado, antes era zero”, afirma.

Velloso comenta que um megaprojeto como o da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) realizado no Rio de Janeiro, tem quase a totalidade de seus equipamentos vindos da China. As exceções são as máquinas utilizadas no pátio de movimentação de materiais e algumas partes menores da usina. O grupo MMX também está substituindo um fornecedor de bombas brasileiro por uma indústria da chinesa. O principal motivo é o preço que chega a ser 35% mais baixo e representa um fator determinante para a perda de espaço dos fabricantes nacionais.

“Estamos também com problemas com o aço e rolamentos”, diz Velloso. As dificuldades com rolamentos se referem à escassez mundial deste tipo de componente. A questão do aço, segundo o vice-presidente da Abimaq, deve-se à forma como o insumo é tratado no Brasil. A indústria de máquinas e equipamentos não é afetada pela exportação de aço em placas nem pelo custo do produto laminado, utilizado pelas montadoras de veículos e de eletrodomésticos de linha branca.

Os aços especiais, de alta liga, forjados e trefilados ficam mais caros pelo processo de construção dos preços. “O preço do aço no Brasil é o praticado no mundo, mais 14% de alíquota de importação e 15% de custo de compra do produto”, diz Velloso. “Apesar de ter uma indústria local, estamos condenados a pagar 30% mais caro no Brasil”. Os preços finais do insumo ficam 30% acima do aço europeu e entre 50% e 60% maiores em relação ao da China, informa.

Escrito por Nivaldo Ferreira

junho 18th, 2008 às 8:38 pm

Posted in Gerais, Mercado

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Mercedes vai cuidar da frota da Luft

Por Nivaldo Ferreira () Sem Comentários

Fonte:
Gazeta Mercantil

O Grupo Luft, um dos maiores transportadores e operadores logísticos do País – com faturamento previsto de R$ 1 bilhão em 2010 – começa junho com metade de sua frota operando sob manutenção entregue aos cuidados dos concessionários Mercedes-Benz.

O dentista Mário Luft, presidente do conselho de administração do conglomerado de 4,4 mil funcionários e frota total de 1,6 mil caminhões, que trocou o consultório dentário pelo transporte por entender que nessa atividade havia mais chance de realizações, considera que a decisão de operar com manutenção terceirizada deverá causar polêmica. “Foi uma virada de mesa nas minhas convicções. Tenho quase certeza que depois dessa reportagem publicada, vou receber ligações de muitas pessoas perguntando se a decisão é mesmo para valer“.

É para valer, foi assinada e tem duração de cinco anos. Cobre todos os caminhões com motores eletrônicos do grupo – cerca de 750 unidades – mais 47 ônibus, com injeção eletrônica, pertencentes à Leads Transportes, operadora de fretamento da filha de Mário, Andrea Luft.

Por R$ 12 milhões por ano o grupo terá serviços e peças cobertos – da simples troca de uma lâmpada a reparos na suspensão até intervenções em motores e caixas de câmbio. “Cobre peças e serviços. Os únicos itens não abrangidos pelo contrato de manutenção com a Mercedes-Benz são funilaria, lavagem e lubrificação e borracharia, que ficarão sob nossa responsabilidade“, diz o presidente do conselho do conglomerado.

Em São Paulo e Rio, onde os executores do contrato são os concessionários (Mercedes-Benz) Itatiaia e Guanabara Diesel, respectivamente, a operação será feita ”in house”, ou seja, o pessoal de manutenção dos concessionários atuará nas garagens do Grupo Luft. “Isso foi um dos pontos que discutimos com cuidado, pois entendemos que o tempo de deslocamento das nossas garagens às oficinas das concessionárias seria fator contraproducente“. Itatiaia e Guanabara Diesel, em suas áreas, cobrirão 70% das necessidades de manutenção da frota do grupo. Outras revendas, em Goiânia, Cuiabá, Londrina e Porto Alegre se encarregarão também da manutenção da frota do grupo.

Mário Luft, ao reconhecer que a empresa cresceu muito – em 1995 faturava R$ 10,.5 milhões, 1% do valor previsto para 2010 – admite que ele, como criador da manutenção própria, precisava assumir outras responsabilidades. “Precisamos ter mais tempo para as decisões estratégicas” – tarefa que divide com os filhos Luciano e Fernando e o irmão, Ademar Luft. “Foi muito bem pensado. A Mercedes sabe como operamos, termos motoristas muito bem treinados, frota nova, enfim, ela não está correndo riscos“, diz, para contar um detalhe. “Tanto assim que em nosso contrato receberemos todo final de mês relatório sobre o executado e os custos. Está previsto que se o valor a ser pago mensalmente estiver acima do custo da execução, seremos reembolsados“.

Escrito por Nivaldo Ferreira

maio 28th, 2008 às 10:01 pm

AGRALE E INTERNATIONAL COMPLETAM DEZ ANOS DE PARCERIA

Por Nivaldo Ferreira () com 2 comentários

Fonte: Assessoria de Imprensa
Secco Consultoria de Comunicação Ltda

A parceria entre a Agrale e a Navistar International, que representou o primeiro exemplo nacional de sistemista integral, comemora dez anos este mês. Em maio de 1998, a Agrale iniciou a montagem de caminhões médios e pesados da marca International no Brasil, segundo os padrões de qualidade e processo estabelecidos pela montadora norte-americana. Ao longo desta década foram montados mais de 12.500 produtos na unidade da Agrale em Caxias do Sul (RS).

Em um relacionamento até então inédito no setor automotivo brasileiro, a Agrale passou a receber os componentes nacionais e importados e a realizar a montagem completa dos veículos. Hoje, a unidade da Agrale produz os caminhões International 9800 para exportação, nas versões 6×4 e 4×2. Os veículos são enviados montados ou semimontados para países da América Latina, para a África do Sul, Nova Zelândia e Rússia, entre outros.

Segundo Hugo Zattera, presidente da Agrale, a bem-sucedida parceria com a Navistar International está baseada na transparência do relacionamento e na qualidade dos serviços prestados. “A flexibilidade de nossa linha dedicada ao projeto permite à Navistar International atender integralmente a necessidade de seus clientes”, comenta Zattera.

“Para a International Caminhões do Brasil, sempre foi uma satisfação  poder contar com os serviços da Agrale durante esses dez anos de parceria, pois a empresa manteve continuamente os padrões de qualidade exigidos pela Navistar Corporation”, destaca Silvia Pietta, diretora da International Indústria Automotiva da América do Sul.

Escrito por Nivaldo Ferreira

maio 20th, 2008 às 8:42 pm