O PROGRAMA DE TV TRUCK SHOPPING ESTA COM NOVO PROJETO PARA 2010.
O projeto novo do programa de TV TRUCK incluirá novos quadros de entretenimento, e um deles será o concurso cultural “MUSA da Boléia” .
Semanalmente será apresentado o video de uma candidata , que receberá os votos dos telespectadores e dessa forma será eleita uma Musa da Boléia por mês e no final do ano será eleita a “MUSA da Boléia do Ano ”
O quadro terá patrocinadode um parceiro do programa, que na ocasião divulgará os beneficios oferecidos à candidatas escolhidas pelos telespectadores
Se você é bonita , inscreva-se .
Envie-nos seus dados, fotos e se tiver videos para o endereço abaixo e conte-nos porque gostaria de ser MUSA DA BOLÉIA.
Fotos e/ou videos :
De corpo inteiro de biquini e vestida , e close de rosto
Cenas preferencialmente ( não obrigatório) em ambiente e/ou fundo com motivos de transporte ( caminhões, estrada, oficinas, pilhas de pneus de caminhão, etc..)
As interessadas deverão ser maiores de 18 anos ou completarem a maioridade na ocasião da exibição do programa.
ENVIAR PARA O E-MAIL:
tv@truckshopping.com.br
assunto: Musa da Boléia
OBS:
As fotos das canditas serão inseridas no blog ; http://musadaboleia.blogspot.com/ para apreciação dos visitantes e das próprias candidatas , que poderão fazer seus comentários no próprio blog
As candidatas selecionadas na ocasião adequada serão contatadas por nossa equipe para filmagens e assinatura das autorizações para a participação do concurso na TV.
Criado há três anos sem ter alcançado muitos resultados, o programa Procaminhoneiro, do BNDES, abaixou o juros do financiamento do caminhão zero kilometro, e do caminhão usado para 4,5% a.a.. Com isso o programa decolou, aumentando a procura.
Segundo o Gerente de Marketing da Ford, Cláudio Terciano, diz que 90% dos financiamentos de caminhões feito pela Ford vem do FINAME, e desses 30% vem do Procaminhoneiro.
Autonômos e Micro-empresários enfrentam fila para compra de um novo Caminhão, que pode chegar a três meses. De Agosto até 19 deste mês, o programa aprovou R$ 381 milhões em novas operações, contra R$ 341 milhões no ano passado.
Como já foi anunciado aqui, o Governo baixou em mais de 60% a taxa de juros, subsidiando a deficit. Aumentou o prazo de pagamento para oito anos, e aumentou a linha de credito do programa em 80% chegando agora a R$ 80 bilhões.
Maiores Informações Maiores informações podem ser conseguidas no próprio site do BNDES, mas também estamos preparando um especial sobre o assunto.
Hora de Renovar Por enquanto o prazo dessas novas condições é até dia 31 de dezembro. Então a hora de renovação da frota é agora, já que o governo não anunciou nenhuma prorrogação nessas condições especiais.
O mercado de caminhões na primeira quinzena de Outubro teve crescimento de 11,12% se comparado ao mesmo periodo do ano passado.
Foram comercializadas 360.117 veículos desse segmento nesse periodo, sendo 14.153 caminhões e 2.044 Ônibus.
Implementos Rodoviários
No segmento de implementos rodoviários usados, os negócios envolveram 2,2 mil unidades, um aumento de 8,83% sobre a primeira metade de Setembro.
Incentivo Governamental ao Financiamento
Os novos incentivos concedidos pelo governo para o financiamento de caminhões devem, segundo Reze, ter impacto a partir de 2010, quando também o setor de motocicletas deve se recuperar em função do fim do temor do desemprego e do crescimento do País que, para ele, deve chegar ao mínimo de 3% sobre 2009. Para Sérgio Reze, “se nada de negativo acontecer no cenário interno e internacional, o pior já passou”, conclui.
Lider do Setor
No setor de novos a Volkswagen continua lider com uma fatia de 30,98% seguida por:
Com a volta do crescimento do mercado essa é a hora de realizar bons negócios, vá na nossa área de usados (Shopping) e faça ótimos negocios. Tanto para compra quanto para a venda de usados.
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Mercado de implementos rodoviários registra retração de 22,39% nos primeiros cinco meses de 2009
“Vendas poderiam ser piores não fosse a redução do IPI”, diz Campos
As exportações de janeiro a abril sofreram queda de 64,31%
Vendas internas de reboques e semirreboques caíram 33,91%
Comercialização de carroçaria s sobre chassi recua 13,37%
O desaquecimento dos mercados agrícola, sucroalcooleiro, construção, carga geral e outras categorias de negócios puxam para baixo as vendas de implementos rodoviários, produtos que sofrem diretamente os reflexos negativos ou positivos do setor de caminhões. Nos primeiros cinco meses de 2009, as vendas globais do segmento fecharam com queda de 22,39% em relação ao mesmo período de 2008, quando consideradas todas as famílias. No período foram emplacadas 40.146 unidades, ante 51.727 em igual período do ano passado.
LINHA PESADA REGISTRA QUEDA DE 33,91%
De acordo com o Departamento de Estatísticas da ANFIR (Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários), o mercado de implementos pesados (reboques e semirreboques) registrou queda de 33,91%, foram 15.008 unidades comercializadas de janeiro a maio de 2009, ante as 22.708 unidades adquiridas nos primeiros cinco meses de 2008.
O segmento basculante apresentou diminuição de 31,83% em relação às 2.240 unidades adquiridas em igual período de 2008. As vendas de graneleiro/carga seca ficaram 41,34% abaixo das 8.501 unidades vendidas de janeiro a maio do ano passado e os canavieiros registraram retração de 26,09% em comparação aos 2.901 implementos absorvidos pelo mercado nos primeiros cinco meses de 2008. A família de baús registrou queda com relação ao : modelo lonado de 70,02%; o de carga geral retração de 55,99% e frigorífico encerrou o período com baixa de 44,17%.
LINHA LEVE APRESENTA QUEDA DE 13,37%
Os fabricantes da linha leve – carroçarias sobre chassis – registraram queda nas vendas de 13,37% nos cinco primeiros meses de 2009. De janeiro a maio deste ano, as fábricas de implementos comercializaram 25.138 unidades, contra 29.019 unidades emplacadas no mesmo período do ano passado.
EXPORTAÇÕES CAEM 64,31%
Segundo Rafael Wolf Campos, presidente da ANFIR, as vendas domésticas continuam sendo o carro-chefe do setor de implementos rodoviários, mas as exportações são extremamente importantes para manter o bom desempenho do segmento.. “De janeiro a abril de 2009, no entanto, nossas exportações somaram 828 unidades, resultado 64,31% abaixo das 2.320 unidades exportadas em igual período do ano passado, quando fechamos o exercício com 7.230 unidades exportadas e um crescimento de 2,45% sobre 2007
Para o diretor-executivo da ANFIR, Mário Rinaldi, a continuar neste compasso, as vendas externas de 2009 fecharão o ano em queda em relação a 2008. “Uma pena considerando o desempenho do setor nos últimos três anos. Em 2006, a indústria exportou 1,02% mais que em 2005. Em 2007 exportamos 33% acima do volume do ano anterior e no ano passado nossas vendas externas cresceram 2,45%”, lembra Rinaldi.
Segundo Campos, a queda dos mercados interno e externo fez a carteira de pedidos do setor despencar. Hoje, ela está bem abaixo da que existia na indústria de implementos até agosto de 2008, quando a média de encomendas girava em torno de 45 a 60 dias. “Houve momentos, em que diversas associadas tiveram níveis de encomendas acima de três meses. Hoje estamos trabalhando com cerca de 60 a 70% da capacidade instalada, esses números poderiam ser piores caso não houvesse a redução do IPI (Importo sobre Produtos Industrializados) no segundo trimestre de 2009”, conclui.
Fonte:Redação ANFIR – Assoc. Nac. Fabr. Impl. Rod.
Após anunciar no último dia 13 a venda de 470 microônibus CityClass ao governo do Estado do Paraná, a Iveco acaba de assinar novos contratos para fornecimento de veículos ao Governo Federal e Secretarias de Estado de Minas Gerais. De um total de 244 caminhões e micro-ônibus, 20 serão destinados à Polícia Rodoviária Federal, 41 à Secretaria de Limpeza Pública de Minas Gerais, 33 a diversos batalhões do Exército Brasileiro, 16 à Secretaria de Saúde de Minas Gerais, 30 ao Corpo de Bombeiros de Minas Gerais e 104 veículos para a Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República. As entregas acontecerão até o final deste ano.
Os modelos Iveco serão utilizados em diversas operações, desde o transporte de veículos apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal, compactação de lixo para a Secretaria de Limpeza Pública, transporte de caçamba de entulhos para utilização do Exército, condução de pacientes para a Secretária de Saúde mineira, transporte de peixes para a Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca, além de serviços de resgate ao Corpo de Bombeiros de Minas Gerais.
Em 2008 a Iveco realizou a venda de 700 veículos ao governo. O montante corresponde a 7% das vendas totais da montadora no período. Para 2009 a previsão de vendas da marca Iveco ao governo é de 1,5mil unidades.
Para Davi Mondin, gerente de vendas a governo da montadora, a previsão positiva baseia-se nos novos contratos e na nova linha de produtos que tornou a empresa mais competitiva no mercado brasileiro. “Além disso, nenhuma outra montadora conseguiu acelerar sua produção e avançar sua presença com a inauguração de mais de uma concessionária por mês no Brasil como a Iveco”.
A montadora também participa de licitação para a entrega de mais 232 veículos a Cemig – Companhia Energética de Minas Gerais – que abriu edital para locação de aproximadamente 1.100 veículos, apresentando como referência os veículos comerciais leves da família Iveco Daily.
Iveco
A Iveco projeta, produz e vende uma ampla gama de caminhões leves, médios e pesados, ônibus, veículos comerciais para aplicações militares, fora de estrada, bombeiros, defesa civil e etc. A Iveco emprega mais de 28.000 pessoas e possui 27 fábricas em 16 países do mundo, além de cinco centros de pesquisa e desenvolvimento. Além da Europa, a empresa opera na China, Rússia, Austrália, Brasil, Argentina e África do Sul. Mais de 6.000 mil concessionárias e pontos de serviços distribuídos em 100 países, garantem suporte técnico onde quer que um produto Iveco esteja em serviço.
Fonte: MM EDITORIAL
Marta de Souza Fernanda Chiossi
No ultimo dia 09 de janeiro o superintendente do BNDS – Banco Nacional de Desenvolvimento Social , sr. Claudio Bernardo Guimarães de Moraes expediu circular alterando as regras vigentes e autorizando os Agentes de crédito do BNDS a aumentar o limite de participação no financiamento de 80% para 100%, ou seja , financiamento integral para caminhões, ônibus, implementos rodoviários, tratores, etc..
Isto é um bom sinal e podemos constatar que as esferas do governo responsáveis pelo setor estão atentos e ageis às necessidades do mercado. São decisões importantes num momento que não pode haver falhas ou morosidade na estratégia da politica economica .
Veja a seguir conteúdo na integra da circular;
CIRCULAR Nº 05/2009
Rio de Janeiro, 09 de janeiro de 2009
Ref.: Produto FINAME (Circular n° 195, de 28.07.2006)
Ass.: Alteração na Linha de Financiamento Bens de Capital – Comercialização -Aquisição de Bens de Capital (BK AQUISIÇÃO), no âmbito do Produto FINAME
O Superintendente da Área de Operações Indiretas, consoante Resolução da Diretoria do BNDES, COMUNICA aos AGENTES FINANCEIROS as seguintes alterações na Linha Financiamento Bens de Capital – Comercialização – Aquisição de Bens de Capital (BK AQUISIÇÃO), exclusivamente na modalidade operacional de “Financiamento à Compradora”, no âmbito do Produto FINAME:
1. Aumento do nível de participação do BNDES, de 80% (oitenta por cento) para 100% (cem por cento), em operações que tenham como objetivo o financiamento à aquisição dos seguintes bens: ônibus, chassis e carrocerias para ônibus, caminhões, caminhões-trator, cavalos-mecânico, reboques, semi-reboques, chassis e carrocerias para caminhões, aí incluídos semi-reboques tipo dolly e afins, carros-fortes e equipamentos especiais adaptáveis a chassis, tais como plataformas, guindastes, betoneiras, compactadores de lixo e tanques;
2. As condições de financiamento referentes à parcela adicional de participação do BNDES, de até 20% (vinte por cento), nas operações de financiamento de que trata o item 1, deverão observar o disposto a seguir:
a) Custo Financeiro: 14,5% (catorze inteiros e cinqüenta centésimos por cento) ao ano;
b) Taxa de Intermediação Financeira: 0,5% (cinco décimos por cento) ao ano;
c) Remuneração Básica do BNDES: 0,9% (nove décimos por cento) ao ano; e
d) Remuneração da Instituição Financeira Credenciada: a ser negociada entre o Agente Financeiro e a Beneficiária.
3. As operações nas condições ora estabelecidas deverão ser submetidas, necessariamente, na Sistemática Operacional Convencional;
4. As novas condições ora previstas terão vigência até 31.03.2009.
Ficam alterados os itens 8.1.1, 8.4 e 10 da Circular n° 195, de 28.07.2006, mantidos os demais critérios, condições e procedimentos operacionais nela estabelecidos.
A referida Circular encontra-se disponível, na íntegra, devidamente atualizada, no endereço eletrônico do BNDES: www.bndes.gov.br
Os pedidos de financiamento nas condições estabelecidas na presente Circular deverão ser protocolados no BNDES, para homologação, a partir de 26.01.2009 e até 31.03.2009.
É bom que se diga que o mercado estava indo muito bem no Brasil e por conta dos reflexos do mercado financeiro especulativo esta necessitando ajustes para continuarmos a produzir riquezas, empregos, e principalmente otimismo e vontade de trabalhar.
E para os pessimistas de plantão que a qualquer noticia já imaginam, ou pior traduzem e transmitem seu parecer de forma negativa e errônea , contaminando desta forma o otimismo dos influenciáveis que por sua vez não apuram e analisam corretamente o que lhes é “pinxado”.
A noticia recente da compra da VW Caminhões pela Alemã MAN neste momento gerou preocupações em alguns profissionais que atuam no mercado imaginando que a VW Caminhões poderia estar passando por alguma dificuldade diante da “crise”. Nas duas noticias a seguir vocês poderão confirmar que este negócio não tem nada a ver com a crise e muito pelo contrário e positivamente a MAN já estava querendo fazer este negocio a muito tempo antes de qualquer noticia de “crise” global, e contrariando os pessimistas a MAN e a VW acreditam na produção e na criação de novos negócios aqui em nosso pais .
Acredite numa única coisa ; a crise pode até existir , mas com certeza para os que acreditam nela e não são positivos o suficiente para supera-la.
MAN AG está de olho em caminhões da Volks no Brasil, diz jornal
19/07/2008 – 10h50
FRANKFURT (Reuters) – A fabricante de caminhões alemã MAN AG está estudando a compra da unidade de veículos comerciais da Volkswagen no Brasil, informou um jornal alemão.
“Essa é uma opção que está sendo estudada”, disse uma pessoa próxima à situação ao jornal Euro am Sonntag, em trechos divulgados antecipadamente neste sábado de um artigo que será publicado no domingo.
Um acerto pode ser feito neste ano, disse a fonte.
Fontes do ramo disseram à Reuters que a compra da unidade de veículos comerciais da Volks no Brasil é uma possibilidade para a MAN AG.
Um porta-voz da MAN AG afirmou que a empresa está em negociações com a VW sobre uma cooperação na América do Sul, mas um porta-voz da VW disse que não havia planos concretos de vender a unidade de veículos comerciais para a MAN AG.
O presidente-executivo da Volks, Martin Winterkorn, disse na sexta-feira que a montadora olharia possibilidades para uma cooperação mais próxima entre a MAN AG e a fabricante de caminhões sueca Scania nos próximos meses.
A Volks é dona de quase 30 por cento da MAN AG e controla 69 por cento dos votos na Scania.
(Reportagem de Peter Starck)
Grupo alemão MAN AG compra unidade brasileira da Volkswagen Caminhões
Valor Online 15/12/2008 12:11
SÃO PAULO – O grupo alemão MAN AG anunciou hoje a aquisição da divisão brasileira da Volkswagen Caminhões e Ônibus, que tem sua sede no município de Resende, no Rio de Janeiro. Pelo comunicado distribuído, a transação considerou o valor de 1,175 bilhão de euros para a empresa adquirida e deve ser concluída durante o primeiro trimestre de 2009.
O acordo permitirá à Volkswagen concentrar suas operações brasileiras no segmento de automóveis e comerciais leves, porém a empresa poderá se beneficiar da transação, visto que é a maior acionista individual do grupo MAN AG, com participação próxima a 30%.
Em nota, o presidente da MAN AG, Hakan Samuelsson, disse que a aquisição da Volkswagen Caminhões e Ônibus é ” um passo importante ” para a expansão do processo de internacionalização de sua empresa. ” Através do novo subgrupo, a MAN terá acesso ao importante mercado sul-americano ” , comentou o executivo.
Instalada em Resende desde 1996, a unidade da Volkswagen Caminhões e Ônibus produziu 47 mil unidades em 2007, direcionadas especialmente para os mercados da América Latina e para a África do Sul.
Primeiras apresentações do Iveco Trakker a clientes acontecem no pólocanavieiro do Estado de São Paulo
Ação faz parte de um plano comercial da Iveco para alcançar 10% de market share até 2009
A partir dessa semana a equipe de engenheiros Iveco em conjunto com profissionais da rede de concessionárias da marca estarão envolvidos, ate o final deste ano nas apresentações do seu mais recente lançamento, o caminhão off road Iveco Trakker, para clientes, jornalistas e consultores do segmento canavieiro do Estado de São Paulo. Batizada de “Trakker Road Show” a ação faz parte de um plano comercial agressivo da montadora para alcançar 10% de market share até o fim de 2009.
Segundo Ciro Costa Dabés, engenheiro de vendas Iveco, o segmento canavieiro será o primeiro alvo da ação de marketing desenvolvida para o Iveco Trakker, que está programada para acontecer até o final de 2009, alcançando vários outros públicos do Brasil.
O principal objetivo do evento “Trakker Road Show” é mostrar aosconvidados que a montadora agora possui uma gama de produtos para o mercado off road produzida no Brasil, com baixo custo operacional e alta robustez.
Para clientes do segmento canavieiro, o caminhão está disponível na versão cavalo mecânico 6×4 para tracionar composições do tipo rodotrem e versão plataforma 6×4, com entre-eixos de 4.500mm para composições do tipo treminhão.
Tudo isso, aliado a um serviço de pós-venda diferenciado, com atendimento ágil, seja na assistência técnica, seja na disponibilidade de peças de reposição. Esse serviço único e exclusivo chamado Tele-Serviço acelera as operações de manutenção dos modelos Iveco Trakker. “Uma vez na concessionária, um técnico de serviço conecta um laptop a centralina (espécie de computador de bordo acoplado ao motor) do caminhão e transmite, via web, as informações disponíveis a central de atendimento Iveco, em Sete Lagoas, MG. O diagnóstico é feito a distância, indicando os reparos que podem ser feitos imediatamente no local.
O cliente ainda conta com outros serviços especiais, como um gerente regional de serviços da Iveco dedicado ao atendimento d e grandes frotas ou uma equipe residente de mecânicos para frotas, concentradas em um mesmo local de operação”, explica Maurício Gouveia, diretor de pós-venda Iveco Latin America.
Os primeiros clientes a acompanhar o “Trakker Road Show”, evento com apresentação técnica e visual do caminhão Iveco Trakker, são usineiros dos municípios de Ribeirão Preto (11/11), São José do Rio Preto (13/11), Araçatuba (18/11), Assis (19/11) e Jaú (25/11). A expectativa dos organizadores e concessionários Iveco nos municípios citados é de reunir 250 a 350 pessoas por evento.
CONCESSIONÁRIA ITAVEMA REALIZA PRIMEIRO TRAKKER ROAD SHOW
A equipe de 35 profissionais da concessionária Iveco Itavema Trucks recebeu ontem, às 20h, no Complexo Espaço Golf, em Ribeirão Preto, SP, público de 300 pessoas, entre proprietários e diretores de usinas de açúcar e álcool da região, no evento Trakker Road Show. Mídia especializada em agronegócio também foi convidada.
A programação do evento foi dividida na apresentação técnica do caminhão Iveco Trakker pelo engenheiro Ciro Costa Dabés da Iveco, na palestra do professor Antônio Vicente Golfeto, consultor de Usinas sobre o tema “Álcool Perspectivas do Mercado Nacional e Internacional”, bem como apresentação visual do caminhão a clientes e jornalistas.
Para o evento o caminhão Iveco Trakker recebeu implemento adaptado para operações de transporte de cana seca.
“Com o Trakker Road Show temos a oportunidade de mostrar aos nossos clientes que a partir de agora a Iveco possui veículos para o segmento canavieiro fabricados no Brasil. O mercado para o Iveco Trakker aqui é muito promissor. Só em nossa área de atuação há mais de 78 usinas, entre as quais Santa Cruz, Zanin, Maringá, Ipiranga, Santa Fé, São Martinho”, diz Anderson de Oliveira Plaça, coordenador de vendas da concessionária Itavema.
Seis meses após ser inaugurada a Itavema Trucks, primeira concessionária de caminhões Iveco do Grupo Itavema – maior conjunto de concessionárias multimarcas da América Latina, a revenda já comercializou 133 veículos. “Com o lançamento dos caminhões Iveco Trakker temos a expectativa de crescer 30% na região.
A parceria com a Iveco é tão certa que abriremos em março e abril do ano que vem mais duas concessionárias na região: uma em Araraquara e outra em Bauru”, completa Plaça.
A área de abrangência da Itavema Trucks compreende as cidades de São Carlos, Franca, Matão, Batatais, Jaboticabal, Sertãozinho, Barretos e Taquaritinga. Para atender amplamente as demandas de transportes da região – formadas principalmente por veículos médios e pesados, a unidade tem uma área total de 7mil m2.Além de comercializar produtos novos e seminovos da marca, oferece ao cliente uma ampla estrutura de serviços e de assistência técnica.
A Iveco projeta, produz e vende uma ampla gama de caminhões leves, médios e pesados, ônibus, veículos comerciais para aplicações militares, fora de estrada, bombeiros, defesa civil e etc. Emprega mais de 28.000 pessoas e possui 27 fábricas em 16 países do mundo, além de cinco centros de pesquisa e desenvolvimento.Além da Europa, a empresa opera na China, Rússia, Austrália, Brasil, Argentina e África do Sul. Mais de 6.000 mil concessionárias e pontos de serviços distribuídos em 100 países garantem suporte técnico onde quer que um produto Iveco esteja em serviço.
Mercado aquecido, firme, com filas de espera até dias atrás, o setor de caminhões já sente os efeitos da crise americana. Uma das maiores operadoras rodoviárias do País, a Coopercarga, com sede em Concórdia (SC), adiou as compras de caminhões temporariamente.
“Tínhamos 80 caminhões negociados, mas com contrato ainda não fechado. Com o dinheiro escasso e mais caro, decidimos esperar os desdobramentos”, disse ontem à Gazeta Mercantil o presidente da Coopercarga, Dagnor Schneider.
A Zappellini, transportadora com previsão de faturar R$ 140 milhões neste ano, especializada em carga seca com sede em Lages (SC) também travou as compras, segundo o diretor da empresa, Gilberto Zappellini. “Tínhamos um saldo de 20 caminhões para receber e decidimos rever o negócio. Uma das causas para nossa decisão é o aumento no custo do dinheiro”, disse.
Segundo Dagnor Schneider, da Coopercarga, que reúne uma frota de 1,7 mil caminhões, o custo do dinheiro subiu tanto para compra de caminhões como para capital de giro. “Os bancos aumentaram as taxas. No capital de giro pagávamos CDI mais 0,12% e agora estão nos pedindo CDI mais 0,9%. Para nos defender estamos pedindo aos clientes que paguem os fretes com menor prazo”.
Eriodes Battistella, presidente da Assobrasc, associação que reúne os revendedores Scania, esteve ontem com a montadora para tratar das negociações para 2009. “Nosso número para o ano que vem por ora é de 9 mil caminhões, mil unidades a mais que venderemos em 2008. Sabemos que será difícil, mas ainda mantemos a previsão”;
Battistella disse que clientes estão adiando as compras neste momento. “Eles estão pedindo um tempo para definir os negócios. É natural que isso aconteça diante da indefinição da conjuntura e da elevação do custo do dinheiro.”
O presidente da Assobrasc disse que a entidade foi comunicada de um aumento de 7% no preço dos caminhões a partir do ano que vem. “Ponderamos junto à Scania que este percentual é elevado”, afirmou ele.
Se depender de Schneider, da Coopercarga, não haverá aumento. “Já pagamos reajuste de caminhão em 2008 por conta do aquecimento da demanda. Não temos mais como aceitar reajustes”, enfatizou.
Empresa possui mais de 95% do mercado de cegonheiros
A OnixSat Rastreamento de Veículos participou, entre os dias 25 e 27 de setembro de 2008, da 11ª Exposição de Transportes do ABC. O evento aconteceu no Pavilhão de Exposições Vera Cruz, em São Bernardo do Campo/SP.
A realização é voltada para os cegonheiros – transportadores de automóveis – e todos os atores que atuam neste segmento. Esse é um dos grandes motivos para a realização do evento em São Bernardo do Campo, conhecida como capital nacional do automóvel.
O evento reuniu 28 expositores, dentre concessionárias de veículos de passeios, transportadoras, revendedoras, fabricantes de pneus, autopeças, implementos, bancos, financiadoras, seguradoras e empresas de rastreamento.
Para a OnixSat a realização foi uma grande oportunidade para o estreitamento de relacionamento com clientes e parceiros. Foi registrada a presença, no estande da empresa, de representantes da Brazul, Tegma, Transzero etc.
Com forte atuação junto aos transportadores de automóveis, vale destacar que mais de 95% dos rastreadores instalados em caminhões cegonha no Brasil foram comercializados pela OnixSat.
Dentre as novidades apresentadas no evento pela empresa, o novo Rastreamento Online despertou grande interesse nos participantes. A ferramenta foi reformulada e agora está ainda mais veloz e completa, com novas funções, sendo direcionada para clientes que não demandam de mecanismos mais complexos. Outro ponto alto da feira foi a trava de 5ª roda apresentada.
No último dia, 27/09, a OnixSat sorteou um rastreador portátil OnixSpy para os clientes da empresa. O saldo final do evento foi extremamente positivo, com estreitamento de relacionamento com os atores deste importante mercado para a OnixSat.
Sobre a OnixSat
Líder em vendas no mercado de rastreamento de veículos pesados, possui 7.600 clientes ativos, que geram mais de 40.000 rastreadores comercializados.
A Ford convocou, em 13 de setembro, os proprietários dos caminhões modelo Cargo, ano de fabricação 2006 a 2008, abaixo identificados, a contatarem um distribuidor da marca para análise e, se necessária, a substituição do kit de engrenagens da sobremarcha do câmbio, que pode se quebrar e deixar o veículo sem tração – sujeito a acidentes
Ao todo, 1.555 caminhões e 244 kits de peças estão compreendidos no recall, segundo informou a Ford.
Os kits de engrenagens da sobremarcha envolvidos no recall, produzidos pela Eaton Ltda., possuem a numeração BG7X/7k177/BA/ e BG7X/7232/AA/.
Em comunicado, a montadora informa ter verificado a possibilidade de quebra da arruela da marcha a ré e da engrenagem da sobremarcha em razão de diferenças de tamanho dos produtos, com a possibilidade de causar dificuldade ou impossibilidade de troca de marchas, causando perda de tração do veículo, podendo provocar acidentes.
A Ford convoca também os clientes que adquiriram o kit de engrenagens da
sobremarcha Eaton nos balcões dos Distribuidores da Marca, no período de
12/1/2007 a 13/8/2008 para que entrem em contato para receber as
instruções necessárias
Segundo a Fundação Procon-SP, por haver chance de acidente, o atendimento deve ser de imediato. A entidade alerta ainda que “o recall envolve os modelos adquiridos da concessionária ou de pessoa física”.
Modelos Compreendidos no Recall
Cargo 4432e ano de fabricação 2006/2007
Nº DE SÉRIE DOS CHASSIS
6BB78640 a 7BB90368
Cargo 4532e ano de fabricação 2007/2008
Nº DE SÉRIE DOS CHASSIS
7BB00513 a 9BB14534
A solução ainda é pouco conhecida pela indústria alimentícia, mas deve se transformar no grande diferencial do setor de transportes com a Linha Cargo da Fibralit de laminados para revestimentos de caminhões baús com a tecnologia antimicrobiana Microban®
A preocupação da indústria alimentícia em proteger os alimentos contra bactérias deve ser constante, mas em muitos casos, fica restrita à etapa do processamento. Quando os alimentos passam para os baús frigoríficos dos caminhões, acabam por ficar sem a devida precaução, comprometendo a qualidade microbiológica e a proteção do alimento.
Somente uma minúscula parcela da frota de caminhões baús frigoríficos está preparada para atender adequadamente a indústria alimentícia, que atende o Brasil de ponta a ponta utilizando transporte rodoviário. Até pouco tempo, o transporte alimentício era órfão de soluções bacteriostáticas. Recentemente, a Fibralit, que fabrica laminados planos de alto desempenho para revestimentos de caminhões e também para salas de processamento de alimentos, buscou uma solução para o setor e incorporou em seus laminados a proteção antimicrobiana desenvolvida pela empresa norte-americana Microban®.
Aplicada durante a fabricação dos laminados da Fibralit Cargo, a tecnologia Microban® é uma ação contínua contra os principais microorganismos que degradam alimentos e podem causar contaminações e maus odores. Esta tecnologia já vem sendo utilizada com sucesso em outros produtos da indústria alimentícia, como o piso UCRETE, da BASF, para frigoríficos; facas profissionais da Tramontina; e botas de EPI da Italbotas. Inibindo o crescimento de bactérias e fungos, a ação antibacteriana dura por toda a vida dos produtos, minimizando os riscos de contaminação cruzada e reduzindo os biofilmes (as superfícies ficam mais fáceis de limpar), mantendo a aparência de novas por mais tempo.
A proteção antimicrobiana não elimina os procedimentos normais de limpeza, mas é um importante complemento à higiene. A cada ano a indústria alimentícia impressiona com novas tecnologias e soluções no processamento de alimentos que primam em prolongar a vida útil do alimento. A tecnologia Microban® é mais uma importante arma para a indústria na manutenção da proteção do alimento, além de minimizar desperdícios decorrentes da deteriorização dos produtos.
Sobre a Tecnologia Microban®
A Microban® é uma multinacional norte-americana, líder mundial em tecnologia de soluções antimicrobianas, que utiliza ingredientes aprovados para contato seguro com pessoas, alimentos e animais. No Brasil está disponível em diversos produtos como pranchas de corte e potes plásticos para culinária (Plasútil), cabos de facas, tábuas de corte culinário e talheres infantis Catty Toys (Tramontina), termopratos (Soprano), alicates de cutícula (Merheje), inaladores e umidificadores (NS), GyoClean Impermeabilizante, Kit Epóxi e BioProtege Selante Aerosol (Gyotoku), assentos sanitários (Deca), pisos laminados (Durafloor), MDF e MDP (Duratex), superfícies de quartzo (Silestone), acrílicos para banheiras e ofurôs (Lucite) e peças de madeira (Origin). Para a indústria há diversos equipamentos, como botas industriais em PVC (Italbotas), laminados para revestimentos de caminhões e câmaras frigoríficas (Fibralit), pisos industriais (Basf) e esteiras transportadoras de alimentos (Rexnord), entre outras marcas.
Aprovada pelo SCF (Comitê Científico para Alimentos da União Européia), a tecnologia antibacteriana Microban® é a primeira no mundo a ter fórmulas aprovadas para contato seguro com alimentos pela NSF (National Sanitation Foundation – EUA) e NSF do Brasil, aplicações em produtos registrados na EPA (Agência de Proteção Ambiental) e ingredientes aprovados pela FDA (Food and Drug Administration – EUA). Possui testes de eficácia feitos por laboratórios independentes ao redor do mundo, que comprovam a sua eficiência na inibição do crescimento de bactérias e fungos na superfície dos produtos.
Aumento da frota, elevação do custo operacional e conseqüente repasse às taxas de coleta e entrega são inicialmente os impactos que a restrição do tráfego de caminhões na capital paulista causa as empresas de transporte.
“O anúncio da nova legislação foi feito antecipadamente, de modo que tivemos tempo de nos planejar para manter a qualidade do transporte”, disse Mateus de Oliveira Naves, diretor de negócios da RTE Rodonaves.
Segundo ele, o aumento do custo relacionado à restrição do trânsito de caminhões em São Paulo ainda não está totalmente dimensionado. “Mas, com certeza, houve aumento de custos, pois tivemos de aumentar e redirecionar a frota, tanto de transferência como de distribuição”, afirmou Mateus. Segundo ele, apenas a primeira fase da limitação do transporte de carga na capital paulista levou a um aumento de 4% nas tarifas de entrega e coleta na região.
A NTC & Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) concluiu seus estudos sobre os impactos da restrição aos caminhões adotada pela gestão Gilberto Kassab (DEM) desde 30 de junho e definiu: vai recomendar às empresas que elevem em 15% os preços das entregas na cidade de São Paulo e em outros municípios pelo país com restrições similares.
Isenção de ICMS também pressiona o frete
A partir do dia 1º, a prestação de serviços de transporte de carga no Estado de São Paulo estará isenta de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), como estabelece decreto assinado no dia 22 pelo governador José Serra.
Para os empresários, a medida, em vez de reduzir, vai elevar o custo do frete no Estado, pois, sem os créditos que antes eram usados para pagar as compras de caminhões e outros itens, as empresas terão de buscar empréstimos nos bancos.
“A isenção do ICMS para o setor é uma medida absurda. O governo mostra desrespeito com o setor, que não foi procurado nem sequer para discutir essa mudança no ICMS”, afirma Valdete Marinheiro, advogada da Fetcesp (Federação das Empresas de Transportes de Carga do Estado de São Paulo).
Preço do diesel
O reajuste acumulado de 10,4% nos preços do óleo diesel, no período de maio a julho, já refletiu-se no custo do frete em pelo menos 10%, de acordo com o relações públicas do Sindicargas, Roberto Sinai. Hoje, mesmo considerando-se a reposição de 10%, o setor ainda está com os valores de frete defasados em 50%.
Aumento em outros setores e no varejo
Martinho Paiva Moreira, vice-presidente de comunicação da Associação Paulista de Supermercados (Apas), diz que o impacto na estrutura de custos dos supermercados será triplo. “Primeiro, termos um aumento de 10% nos custos de mão-de-obra com a contratação de mais gente e o pagamento de um adicional noturno. Depois, o frete deve subir 25%. Finalmente, precisaremos de estoques maiores, com o aumento da possibilidade da carga não ser entregue, o que vai gerar mais 1% de impacto”.
“A previsão inicial é que o aumento do preço de venda ao consumidor seja da ordem de 5% a 10%, dependendo do tipo de mercadoria”, diz Roberto Mateus Ordine, vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
Já Claudio Elias Conz, presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), diz que o aumento do frete na cidade de São Paulo deve chegar à 200%. “Um caminhão que faz entrega de 20 toneladas terá de ser substituído por cinco menores [de até 6,3 m de comprimento], cuja capacidade máxima é de quatro toneladas. O nosso custo normal é de R$ 40 por tonelada. Com a nova lei, saltou para R$ 123. Estimamos que o repasse gere um aumento de 1,5% a 3,5% no custo do material de construção em geral”.
As revendedoras de veículos já sentem o impacto da alta procura por caminhões. Em algumas lojas, as encomendas agendadas neste mês serão entregues apenas no fim do ano. Segundo a Federação Nacional de Distribuição da Distribuição dos Veículos Automotores no Paraná, (Fenabrave-PR), houve um aumento de cerca de 46% na venda de caminhões no estado em junho, na comparação com o mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, o crescimento foi de cerca de 33% em relação a 2007.
A Servopa Caminhões está com uma expectativa de crescimento de 30% em 2008 em relação ao ano passado, tendo como carros-chefes os modelos VW 8.150 Delivery, o VW 24250 Constellation e o VW 19320 Constellation. “Prevemos que este cenário se manterá nos próximos dois ou três anos e que, depois disso, o mercado se estabilizará. A diferença é que o novo patamar de estabilização será mais alto. Um exemplo disso é a própria Volkswagen que, no segundo semestre, começa a operar com um terceiro turno para ampliar a sua produção”, afirma Müller.
Preços
Além das filas, quem procura um caminhão estão enfrentando também uma alta nos preços. “Dependendo da marca, os valores subiram 20% no último ano. Por conta da alta demanda, as concessionárias têm retirado os descontos”, diz o presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logísticas do Paraná (Setcepar), Fernando Klein Nunes. “Nosso poder de negociação diminuiu muito e a remuneração não é suficiente para acompanhar o aumento dos custos”, diz. “Agora, os revendedores vão aproveitar para faturar ainda mais.”
Usados como Opção
O caminhoneiro Divonzir Marques Ramos entrou na fila de espera de uma concessionária para comprar um caminhão novo. Aguardou por seis meses e, sem nenhum retorno ou previsão de entrega do modelo, acabou desistindo. A opção foi comprar um modelo seminovo. “Fiquei apreensivo e não tinha nenhuma esperança de quando iria vir. Sou autônomo e não tenho como esperar, por isso, resolvi comprar de um outro colega.”
“Em comparação com 2007, tivemos um crescimento de 112% e de 55% na venda de seminovos e usados”, diz o gerente de vendas da Servopa Caminhões em Curitiba, Mário Canaã. “Dependendo do modelo e da quantidade, estamos com dificuldade em entregar rapidamente. A média de espera é de 90 dias.”
O indicador de vendas da Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado de São Paulo (Assovesp) e do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos Usados no Estado de São Paulo (Sindiauto) aponta 2008 como o melhor ano da história do segmento de revendas de veículos no Brasil. As vendas do setor totalizaram 1,039 milhão de unidades no primeiro semestre do ano, o que significa um crescimento de 47,54% em relação a igual período de 2007 e o melhor nível de negócios nos 15 anos em que a pesquisa é realizada. O segmento de caminhões apresentou alta de 17,97% (33,9 mil unidades).
Foram fechados 5.952 negócios com caminhões em junho, contra 5.609 no mês anterior, um aumento de 6,12%.
Dessas vendas, 78% foram financiadas em junho, contra 69% em maio. O prazo médio para este financiamento foi de 47 meses no mês, contra 42 meses no anterior. Já o saldo médio financiado foi de 72% em junho, contra 66% em maio e as trocas ficaram em 59% em junho, contra 45% no mês anterior. Os caminhos, segundo as entidades, valorizara em média, 0,99%.