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Notícias do mês de julho/2008

Restrição em São Paulo provoca reajuste de Frete

Por Nivaldo Ferreira () Sem Comentários

Aumento da frota, elevação do custo operacional e conseqüente repasse às taxas de coleta e entrega são inicialmente os impactos que a restrição do tráfego de caminhões na capital paulista causa as empresas de transporte.

“O anúncio da nova legislação foi feito antecipadamente, de modo que tivemos tempo de nos planejar para manter a qualidade do transporte”, disse Mateus de Oliveira Naves, diretor de negócios da RTE Rodonaves.
Segundo ele, o aumento do custo relacionado à restrição do trânsito de caminhões em São Paulo ainda não está totalmente dimensionado. “Mas, com certeza, houve aumento de custos, pois tivemos de aumentar e redirecionar a frota, tanto de transferência como de distribuição”, afirmou Mateus. Segundo ele, apenas a primeira fase da limitação do transporte de carga na capital paulista levou a um aumento de 4% nas tarifas de entrega e coleta na região.

A NTC & Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) concluiu seus estudos sobre os impactos da restrição aos caminhões adotada pela gestão Gilberto Kassab (DEM) desde 30 de junho e definiu: vai recomendar às empresas que elevem em 15% os preços das entregas na cidade de São Paulo e em outros municípios pelo país com restrições similares.

Isenção de ICMS também pressiona o frete

A partir do dia 1º, a prestação de serviços de transporte de carga no Estado de São Paulo estará isenta de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), como estabelece decreto assinado no dia 22 pelo governador José Serra.

Para os empresários, a medida, em vez de reduzir, vai elevar o custo do frete no Estado, pois, sem os créditos que antes eram usados para pagar as compras de caminhões e outros itens, as empresas terão de buscar empréstimos nos bancos.

“A isenção do ICMS para o setor é uma medida absurda. O governo mostra desrespeito com o setor, que não foi procurado nem sequer para discutir essa mudança no ICMS”, afirma Valdete Marinheiro, advogada da Fetcesp (Federação das Empresas de Transportes de Carga do Estado de São Paulo).

Preço do diesel

O reajuste acumulado de 10,4% nos preços do óleo diesel, no período de maio a julho, já refletiu-se no custo do frete em pelo menos 10%, de acordo com o relações públicas do Sindicargas, Roberto Sinai. Hoje, mesmo considerando-se a reposição de 10%, o setor ainda está com os valores de frete defasados em 50%.

Aumento em outros setores e no varejo

Martinho Paiva Moreira, vice-presidente de comunicação da Associação Paulista de Supermercados (Apas), diz que o impacto na estrutura de custos dos supermercados será triplo. “Primeiro, termos um aumento de 10% nos custos de mão-de-obra com a contratação de mais gente e o pagamento de um adicional noturno. Depois, o frete deve subir 25%. Finalmente, precisaremos de estoques maiores, com o aumento da possibilidade da carga não ser entregue, o que vai gerar mais 1% de impacto”.

“A previsão inicial é que o aumento do preço de venda ao consumidor seja da ordem de 5% a 10%, dependendo do tipo de mercadoria”, diz Roberto Mateus Ordine, vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

Já Claudio Elias Conz, presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), diz que o aumento do frete na cidade de São Paulo deve chegar à 200%. “Um caminhão que faz entrega de 20 toneladas terá de ser substituído por cinco menores [de até 6,3 m de comprimento], cuja capacidade máxima é de quatro toneladas. O nosso custo normal é de R$ 40 por tonelada. Com a nova lei, saltou para R$ 123. Estimamos que o repasse gere um aumento de 1,5% a 3,5% no custo do material de construção em geral”.

Escrito por Nivaldo Ferreira

julho 30th, 2008 às 3:44 am

Fila para caminhão novo, aquece mercado de Usados

Por Nivaldo Ferreira () Sem Comentários

As revendedoras de veículos já sentem o impacto da alta procura por caminhões. Em algumas lojas, as encomendas agendadas neste mês serão entregues apenas no fim do ano. Segundo a Federação Nacional de Distribuição da Distribuição dos Veículos Automotores no Paraná, (Fenabrave-PR), houve um aumento de cerca de 46% na venda de caminhões no estado em junho, na comparação com o mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, o crescimento foi de cerca de 33% em relação a 2007.

A Servopa Caminhões está com uma expectativa de crescimento de 30% em 2008 em relação ao ano passado, tendo como carros-chefes os modelos VW 8.150 Delivery, o VW 24250 Constellation e o VW 19320 Constellation. “Prevemos que este cenário se manterá nos próximos dois ou três anos e que, depois disso, o mercado se estabilizará. A diferença é que o novo patamar de estabilização será mais alto. Um exemplo disso é a própria Volkswagen que,  no segundo semestre,  começa a operar com um terceiro turno para ampliar a sua produção”, afirma Müller.

Preços

Além das filas, quem procura um caminhão estão enfrentando também uma alta nos preços. “Dependendo da marca, os valores subiram 20% no último ano. Por conta da alta demanda, as concessionárias têm retirado os descontos”, diz o presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logísticas do Paraná (Setcepar), Fernando Klein Nunes. “Nosso poder de negociação diminuiu muito e a remuneração não é suficiente para acompanhar o aumento dos custos”, diz. “Agora, os revendedores vão aproveitar para faturar ainda mais.”

Usados como Opção

O caminhoneiro Divonzir Marques Ramos entrou na fila de espera de uma concessionária para comprar um caminhão novo. Aguardou por seis meses e, sem nenhum retorno ou previsão de entrega do modelo, acabou desistindo. A opção foi comprar um modelo seminovo. “Fiquei apreensivo e não tinha nenhuma esperança de quando iria vir. Sou autônomo e não tenho como esperar, por isso, resolvi comprar de um outro colega.”

“Em comparação com 2007, tivemos um crescimento de 112% e de 55% na venda de seminovos e usados”, diz o gerente de vendas da Servopa Caminhões em Curitiba, Mário Canaã. “Dependendo do modelo e da quantidade, estamos com dificuldade em entregar rapidamente. A média de espera é de 90 dias.”

O indicador de vendas da Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado de São Paulo (Assovesp) e do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos Usados no Estado de São Paulo (Sindiauto) aponta 2008 como o melhor ano da história do segmento de revendas de veículos no Brasil. As vendas do setor totalizaram 1,039 milhão de unidades no primeiro semestre do ano, o que significa um crescimento de 47,54% em relação a igual período de 2007 e o melhor nível de negócios nos 15 anos em que a pesquisa é realizada. O segmento de caminhões apresentou alta de 17,97% (33,9 mil unidades).

Foram fechados 5.952 negócios com caminhões em junho, contra 5.609 no mês anterior, um aumento de 6,12%.

Dessas vendas, 78% foram financiadas em junho, contra 69% em maio. O prazo médio para este financiamento foi de 47 meses no mês, contra 42 meses no anterior. Já o saldo médio financiado foi de 72% em junho, contra 66% em maio e as trocas ficaram em 59% em junho, contra 45% no mês anterior. Os caminhos, segundo as entidades, valorizara em média, 0,99%.

Escrito por Nivaldo Ferreira

julho 28th, 2008 às 10:35 pm

Começa hoje rodízio para caminhões nas marginais da capital

Por Nivaldo Ferreira () Sem Comentários

fonte: DCI

A partir de hoje os caminhões terão de respeitar as regras do rodízio municipal de veículos – que conciliam o dia da semana com o final da placa -, em vigor na capital paulista. Esses veículos ficarão impedidos de circular por um dia da semana, das 7h às 10h e das 17h às 20h, na região do centro expandido, que concentra vias como as Marginais do Tietê e do Pinheiros e a Avenida dos Bandeirantes.

Os caminhoneiros que têm veículo com placa de final um e dois, por exemplo, não poderão trafegar no horário do rodízio, às segundas-feiras. A expectativa da Prefeitura de São Paulo é retirar 20% dos cerca de 126 mil caminhões por dia desses locais, nos horários de pico.

O que vigorava

Até o momento, os motoristas de caminhão já tinham de cumprir a restrição para os veículos, mas somente na área interna do centro expandido – diferentemente dos carros, que também têm de obedecer à restrição nas vias que delimitam essa área, como as Marginais e a Avenida dos Bandeirantes.

Desde o dia 30 de junho, os caminhões estão proibidos de trafegar na chamada ZMCR (Zona Máxima de Restrição de Circulação) – área de 100 km quadrados interna ao centro expandido – das 5h às 21h, de segunda a sexta-feira, e das 10h às 14h aos sábados.

Com o rodízio, os caminhões ficarão proibidos de circular, em um dia da semana, nas seguintes vias: Marginais do Tietê e do Pinheiros; Avenidas Afonso d´Escragnolle Taunay, Bandeirantes, Presidente Tancredo Neves, Professor Luís Ignácio de Anhaia Melo e Salim Farah Maluf; Complexo Viário Maria Maluf; Rua das Juntas Provisórias e Viaduto Grande São Paulo.

A restrição, porém, não se aplica a alguns tipos de caminhões, como os do Corpo de Bombeiros, guinchos, de produtos alimentares perecíveis, serviços públicos essenciais, correios e coleta de lixo.

Anchieta-Imigrantes

Com o início da nova etapa do rodízio de caminhões na cidade de São Paulo, a Ecovias programou algumas ações para alertar os caminhoneiros das restrições de circulação estabelecidas pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Avisos nos Painéis de Mensagens Variáveis (PMVs) informarão os motoristas de quais finais de placa não podem circular em São Paulo no dia estabelecido.

Além disso, nas balanças do Sistema Anchieta-Imigrantes, administrado pela concessionária, estão sendo distribuídos panfletos, fornecidos pela CET, com informações sobre a restrição de circulação.

Os caminhões que não puderem entrar na cidade terão a opção de parar no pátio de descanso do SAI, localizado no km 40 da Via Anchieta.

Escrito por Nivaldo Ferreira

julho 28th, 2008 às 9:51 pm

Transportador tenta ampliar área para cargas em SP

Por Nivaldo Ferreira () Sem Comentários

São Paulo, Quase 20 dias depois do decreto ampliando a área de restrição a caminhões no centro expandido de São Paulo, os empresários do transporte em São Paulo ainda tentam fazer a prefeitura rever alguns pontos do decreto do prefeito Gilberto Kassab (DEM). Em reunião com representantes do setor, o secretário de Transportes, Alexandre Moraes, prometeu retirar do decreto o item que proíbe o VUC – Veículo Urbano de Carga, caminhão de 6 metros de comprimento – , de circular a partir de novembro numa região de 100 quilômetros quadrados a partir do centro da cidade.

Mas a o secretário não deu esperanças quanto a outras reivindicações dos transportadores, como o fim de rodízio dos VUCs em dias pares e ímpares, conforme a placa do caminhão. “Pedimos que o rodízio seja igual ao dos carros, que só não circulam num determinado horário de manhã e à noite“, afirmou Almir Macedo, presidente do Sindicato do Transporte Rodoviário de Cargas Próprias. “Mas as conversas com o secretário não avançam.” A partir do dia 28 as medidas restritivas vão ser ampliadas. A prefeitura afirma que vai criar um decreto em que caminhões de grande porte vão ter de obedecer o rodízio de placas nas marginais e grandes avenidas, usadas para ligar São Paulo a diversas estradas e ao Porto de Santos. Cláudio Adamucho, diretor do G10, grupo de empresas que detêm 500 caminhões pesados, afirmou que as empresas terão de imobilizar 20% da frota com as medidas restritivas nas marginas, já que são vias de passagem obrigatória. “Alguém terá de pagar este custo.” Presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (Setcesp), Francisco Pelucio, afirmou que a medida restritiva aos caminhões vai causar desemprego. De acordo com ele, pequenos e médios comerciantes evitam receber encomendas à noite. “Já prevíamos isto. Nenhum condomínio de prédios aceita receber entregas à noite“, afirmou. De acordo com Pelucio, empresas estão recorrendo ao serviço de terceiros, como caminhoneiros autônomos e vans, para não perder seus clientes. “Mas não dá para manter este serviço por muito tempo, já que onera muito as empresas de transporte“, afirmou Pelucio. O Setcesp também quer a prefeitura dê anistia às multas aplicadas contra os VUCs que desrespeitaram o decreto. Os 501 agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) que fiscalizam as novas regras de circulação de caminhões na zona de restrição de Circulação já aplicaram 11.525 autos de infração desde o dia 30 de junho. O balanço aponta que nos primeiros dias de restrição o número de multas manteve-se numa média de 1,1 mi por dia, mas já há uma tendência de redução. Para a prefeitura, o declínio indica que os motoristas já estão se adaptando às medidas e programando as viagens de acordo com as novas regras. “Não faz sentido penalizar as empresas com essas multas“, afirmou Pelucio. “Muitos empresários não podem arcar com estes custos. Num primeiro momento, elas não tinham como deixar de atender seus clientes e tiveram de desrespeitar o rodízio“, afirmou.

ExceçõesO secretário Alexandre de Moraes prometeu aos empresários anistiar multas em que empresas já tinham autorização prévia da prefeitura, mas ainda não obtiveram alvará definitivo para o transporte de alguns tipos de carga. Um dos exemplos é o de caminhões que fazem terraplenagem.

fonte: Gazeta Mercantil

Escrito por Nivaldo Ferreira

julho 20th, 2008 às 4:52 pm

Fila por caminhões pequenos em São Paulo

Por Nivaldo Ferreira () Sem Comentários

Fonte: Globo.com
12/08/08

O crescimento econômico e a nova lei que limita o tráfego de caminhões na cidade de São Paulo provocam uma corrida para a compra de veículos menores para transportar carga. A procura é tanta que há até fila de espera.

No lugar de um caminhão grande, muitos pequenos. Uma transportadora, uma das maiores do país, acabou de comprar 40 veículos urbanos de carga, os VUC`s, e ainda passou a alugar alguns. Esse foi o caminho que a empresa encontrou para vencer os obstáculos da lei que restringe a circulação de caminhões, em São Paulo.

O abastecimento urbano não se revoga por decreto. A mercadoria vai chegar, queira o decreto ou não queira o decreto, vai chegar ao produtor, consumidor, comerciante. De qualquer forma as transportadoras têm usado o artifício de buscar no mercado caminhões agregados de autônomos ou de locadoras”, afirmou o presidente da transportadora Urubatan Helou.

O drible na lei, em São Paulo, e a maior procura em geral por veículos, também em outros estados por causa da economia em crescimento, elevaram as vendas de caminhões pequenos. Um aumento de 6,12%, em junho, na comparação com maio. Já no primeiro semestre as vendas foram 18% maiores do que as registradas no mesmo período do ano passado.

Na loja de caminhões usados, os grandes enchem o pátio. Não só por causa do tamanho. É que o pequeno está em falta. E o dono da agência em busca dele.

Coloquei corretor para procurar na rua, anúncio no jornal”, disse o dono da agência Manuel de Almeida.

Na loja de novos, em exposição, muito carros. Caminhão pequeno já foi vendido. Só no último mês, em uma rede concessionárias, houve um aumento de 30% nas vendas deste tipo de veículo.

Não há pronta entrega. Quem quiser comprar agora vai ter que esperar um caminhão grande trazer um pequeno.

De 20 a 25 dias, vai ter que esperar”, comentou o gerente Jorge Ricardo da Silva.

Escrito por Nivaldo Ferreira

julho 18th, 2008 às 8:18 pm

CAMINHÕES Aumentaram as vendas.

Por Nivaldo Ferreira () Apenas um Comentário

Fonte:  Assovesp – Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado de São Paulo
5.952 negócios com caminhões em junho contra 5.609 em maio. AUMENTO igual a 6,12%.
78% dos negócios foram financiados em junho, contra 69% em maio.
Prazo médio de financiamento foi de 47 meses em junho, contra 42 meses em maio. Saldo médio financiado foi de 72% em junho, contra 66% em maio.
Trocas ficaram em 59% em junho, contra 45% em maio.

Caminhões, em média, valorizaram +0,99%.

COMENTÁRIOS
Apesar das boas notícias, no geral, os negócios nas Revendas Independentes no estado de São Paulo caíram, exceto no setor de caminhões

Escrito por Nivaldo Ferreira

julho 17th, 2008 às 8:25 pm

História da Ford do Brasil

Por Nivaldo Ferreira () com 2 comentários

Em 24 de abril de 1919, com capital inicial de US$ 25.000, foi criada a Ford brasileira, funcionando na Rua Florêncio de Abreu, em São Paulo, onde eram montados os carros Modelo T.

Em 1920, a empresa mudou para a Praça da República, no centro de São Paulo.

Em 1921, passou a funcionar em sede própria, na Rua Sólon, no bairro do Bom Retiro, onde foi instalada a primeira linha de montagem de veículos do País, com 124 empregados.

Em 1925, estabeleceu o recorde anual de vendas do Modelo T no País, de 24.250 unidades.

No início dos anos 30, além dos Ford V8 americanos, vieram para o Brasil o Modelo Y e o Ford Anglia, produzidos na Inglaterra, e o Ford Eifel, feito na Alemanha.

Em 1938, montou o Mercury. Durante a Segunda Guerra Mundial, a produção no Brasil teve seu ritmo reduzido. A empresa passou a montar veículo com motores a gasogênio.

Em 1953, inaugurou a moderna fábrica no bairro do Ipiranga, em São Paulo.

Em agosto de 1957, saiu de sua linha de montagem o primeiro caminhão inteiramente produzido no Brasil: um F-600, com motor V8 a gasolina, de 167 hp, com alto índice de nacionalização.



Em 1960, lançou o primeiro trator brasileiro: o Ford 8-BR Diesel.

Em 1967, adquiriu o controle da Willys Overland do Brasil e incorporou a Fábrica de São Bernardo do Campo, no Estado de São Paulo – onde eram produzidos, entre outros, o Jeep Willys e o utilitário F-75.

Em 1968, foram lançados a pick-up F-100, primeira pick-up nacional, e o Corcel, primeiro médio com tração dianteira, um dos carros mais vendidos do Brasil, com o marco de 1,3 milhão de unidades.

Em 1979, apresentou seu primeiro veículo movido exclusivamente a álcool e a pick-up F-1000 a Diesel.

Em 1985, lançou a linha de caminhões Cargo, projetada pela engenharia brasileira..

Em 1987, passou a operar na holding Autolatina no Brasil.

Em 1995, a Ford desligou-se da Autolatina e anunciou um programa de investimentos de US$2,5 bilhões no País, um dos maiores aportes de recursos da história da empresa no Brasil. Lançou os modelos Cargo C-4030, de 40 toneladas de peso bruto total, e o semipesado C-2425.

Em 1996, inaugurou a nova Fábrica de Transmissões de Taubaté. Lançou o Fiesta, montado na fábrica de São Bernardo do Campo, o Cargo C-814, com peso bruto total de 8 toneladas, e os novos Escort e Mondeo.

Em 1999, lançou a nova Série F, reestilizada e com os modelos leve F-350 e o semipesado F-16000..

Em 2001, inaugurou a nova Fábrica de Caminhões em São Bernardo do Campo e o Complexo Industrial Ford Nordeste, em Camaçari, na Bahia, resultado de um investimento de US$1,9 bilhão. Lançou o modelo Cargo C-1630, estradeiro com capacidade para 43 toneladas.

Em 2002, lançou  seis novos caminhões Cargo, os semipesados C-1721, C-1722, C-2622, C-2626 e C-2631 e o cavalo-mecânico C-4031.

Em 2003, lançou  o cavalo-mecânico Cargo 4331 MaxTon, de 43 toneladas.

Fonte:press release  site ford caminhões

Escrito por Nivaldo Ferreira

julho 15th, 2008 às 8:56 pm

Revenda de carro usado tem melhor semestre da história

Por Nivaldo Ferreira () Sem Comentários

Agencia Estado

Agencia Estado

O indicador de vendas da Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado de São Paulo (Assovesp) e do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos Usados no Estado de São Paulo (Sindiauto) aponta 2008 como o melhor ano da história do segmento de revendas de veículos no Brasil. As vendas do setor totalizaram 1,039 milhão de unidades no primeiro semestre do ano, o que significa um crescimento de 47,54% em relação a igual período de 2007 e o melhor nível de negócios nos 15 anos em que a pesquisa é realizada.

As vendas de carros populares no Estado cresceram 49,9% no período (742,9 mil negócios), impulsionando o indicador. O segmento de caminhões apresentou alta de 17,97% (33,9 mil unidades). Entre as motocicletas, entretanto, houve uma queda de 2,86% (57,9 mil contratos).

O levantamento aponta que o preço médio dos automóveis subiu 0,27% de janeiro a junho. Nesse caso, o avanço foi puxado pela alta de 1,27% no preço dos carros populares. As motos apresentaram desvalorização de 2,37%, enquanto os preços dos caminhões tiveram elevação média de 4,60%.

Junho

Em junho, o comércio de veículos usados no Estado de São Paulo registrou 178.756 negócios, alta de 39,85% em relação a junho de 2007. Na comparação com maio, a expansão foi de apenas 0,46%. As vendas de veículos populares somaram 129,2 mil unidades. A venda de motos somou 9,2 mil unidades no mês passado, alta de 3,04% em relação a junho de 2007. No segmento de caminhões, os negócios apresentaram expansão de 12,26%, para 5,9 mil negócios.

Escrito por Nivaldo Ferreira

julho 7th, 2008 às 8:27 pm

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Volkswagen Caminhões e Ônibus comemora dez anos de presença na Argentina com festa na Fórmula Truck

Por Nivaldo Ferreira () Sem Comentários

A Volkswagen Caminhões e Ônibus está comemorando dez anos de presença na Argentina, maior mercado importador da marca. E para celebrar a data, recepcionará no autódromo de Interlagos (SP) 130 convidados daquele país, entre concessionários, clientes e jornalistas, no próximo domingo (6/7). Foi montada uma estrutura especial na capital paulista apenas para atender o público estrangeiro, que fará também uma visita à fábrica de Resende (RJ), na segunda-feira após a disputa.

A Volkswagen recepcionará outros 1.300 convidados no seu Camarote e mais 4.500 pessoas nas arquibancadas. Durante o Truck Test, teste dos caminhões de série na pista de corrida, os convidados subirão a bordo de 13 caminhões de diferentes modelos VW Constellation.

“Estreitar o relacionamento com nossos clientes é o principal objetivo de nossa participação na competição. Vamos todos juntos torcer pelos caminhões da marca”, afirma Ricardo Alouche, diretor de Vendas e Marketing da Volkswagen Caminhões e Ônibus.

Além dos quatro caminhões que estão na disputa, um Pace Truck Volkswagen abrirá e interromperá as provas em casos de emergência e um caminhão-guincho Constellation entrará em ação em caso de problemas na corrida.

Equipe

A Volkswagen é a patrocinadora da RM Competições, equipe em que correm os pilotos Renato Martins, Débora Rodrigues, Felipe Giaffone e Valmir Benavides (Hisgué). Campeã de marcas e de pilotos do ano passado, a marca já lidera o campeonato de marcas em 2008, com 156 pontos conquistados nas quatro primeiras etapas do ano.

Renato Martins

Renato Martins

Renato Martins foi caminhoneiro por 16 anos, e tornou-se o primeiro campeão da história da competição em 1996. O piloto ocupa hoje um lugar de destaque no automobilismo brasileiro pela conquista do bicampeonato da Fórmula Truck em 2006 e pelos títulos de vice-campeão em 1997, 1998, 1999, 2000, 2001 e 2003.

Débora Rodrigues é ainda a única mulher a pilotar caminhões de corrida no Brasil. Passou boa parte da infância na boléia de um caminhão. Seu envolvimento com a Fórmula Truck aconteceu em 1998, período em que concluía um curso de pilotagem automobilística. Hoje, ocupa a 7ª colocação no campeonato.

A trajetória de Felipe Giaffone começou aos 13 anos no kart. De lá pra cá, correu em diversas categorias até chegar em 2001 na IRL pela equipe Treadway. Em 2002 e 2003, correu pela Mo Nunn Racing. Na Fórmula Truck, estreou em 2005, fazendo algumas provas pela Scania. Em 2007, conquistou o campeonato de pilotos pela Volkswagen.

Valmir Benavides ingressou no automobilismo em 1981. Conquistou resultados expressivos como o bicampeonato de Super Stock e vice brasileiro de Stock Car. Na Fórmula Truck, estreou pela equipe Volkswagen em 2007, em Interlagos, substituindo Débora Rodrigues, que estava grávida. Logo em sua quarta corrida, Hisgué, como é conhecido, venceu o GP de Goiânia. O bom desempenho garantiu a renovação de seu contrato para a temporada completa em 2008 na Fórmula Truck.